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Leia: Coronel Assis (PL) cobra MEC e exige investigação policial sobre alunos de Direito que criaram lista de “estupráveis” na UFMT; VEJA VÍDEO
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22 de outubro de 2026 01:44

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OpiniãoMT > Blog > Política > Coronel Assis (PL) cobra MEC e exige investigação policial sobre alunos de Direito que criaram lista de “estupráveis” na UFMT; VEJA VÍDEO
Política

Coronel Assis (PL) cobra MEC e exige investigação policial sobre alunos de Direito que criaram lista de “estupráveis” na UFMT; VEJA VÍDEO

Jornalista Mauad
Publicado em: 8 de maio de 2026
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3 Minutos de Leitura
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O deputado federal Coronel Assis (PL) subiu o tom contra o Governo Federal e as autoridades acadêmicas após a divulgação de uma estarrecedora “lista de estupráveis” atribuída a alunos do curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O caso, que veio à tona nesta semana, gerou uma onda de indignação e pedidos de punição severa aos envolvidos.

A DENÚNCIA E O TEOR DA LISTA

De acordo com informações do diretório estudantil da UFMT, as mensagens circulavam em aplicativos de conversa e envolviam não apenas estudantes de Direito, mas também de outras graduações.

O conteúdo consistia em uma classificação de estudantes mulheres, sob uma ótica de objetificação e banalização da violência sexual.

O grupo de estudantes que denunciou o caso classificou as mensagens como extremamente graves e um ataque direto à integridade das mulheres no campus.

COBRANÇA AO GOVERNO FEDERAL

O deputado Coronel Assis criticou o silêncio do Ministério da Educação (MEC) e exigiu que o caso saia da esfera administrativa e entre na esfera criminal.

“Faço aqui uma cobrança direta ao Governo Federal. Onde está o Ministério da Educação diante de uma barbárie como essa? Nós exigimos uma apuração séria por parte da universidade e uma investigação por parte da polícia. Esses alunos precisam responder à Justiça”, afirmou o parlamentar.

Assis reforçou que o ambiente universitário não pode ser conivente com condutas criminosas.

“Não podemos aceitar que os nossos jovens entrem em uma universidade e encontrem um ambiente tóxico, de medo, desrespeito e violência. Isso não pode ser tratado como algo normal em nosso estado e em nosso país”.

POSICIONAMENTO DA UFMT

Em nota oficial, a Reitoria da UFMT informou que já adotou as providências cabíveis para identificar os autores e aplicar as sanções disciplinares previstas no regimento da instituição.

A universidade reiterou que “repudia veementemente qualquer manifestação, prática ou tentativa de naturalização da violência, da misoginia e de qualquer forma de violação de direitos humanos”.

 

VEJA VÍDEO

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