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Leia: Bets já retiraram R$ 143 bilhões do comércio varejista brasileiro, aponta CNC
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6 de maio de 2026 15:48

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OpiniãoMT > Blog > Economia > Bets já retiraram R$ 143 bilhões do comércio varejista brasileiro, aponta CNC
Economia

Bets já retiraram R$ 143 bilhões do comércio varejista brasileiro, aponta CNC

Estudo da CNC revela que bets retiraram R$ 143 bilhões do varejo e ampliaram a inadimplência no Brasil entre 2023 e 2026.

última atualização: 6 de maio de 2026 13:53
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Bets já retiraram R$ 143 bilhões do comércio varejista brasileiro, aponta CNC
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O avanço das bets no Brasil tem gerado reflexos diretos na economia, especialmente no consumo das famílias. Um levantamento divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indica que a inadimplência associada às apostas online provocou uma retração de R$ 143 bilhões no varejo nacional entre janeiro de 2023 e março de 2026.

Impacto das bets no consumo das famílias

Segundo dados do Observatório do Comércio, núcleo de estudos da CNC, os brasileiros passaram a direcionar mais de R$ 30 bilhões mensais para plataformas digitais de apostas durante o período analisado. Esse volume expressivo de recursos, que deixou de circular no comércio tradicional, contribuiu para um cenário de pressão sobre o consumo.

A entidade destaca que esse comportamento financeiro afetou diretamente o orçamento doméstico. Como consequência, cerca de 270 mil famílias entraram em um estágio considerado crítico de inadimplência, caracterizado por atrasos superiores a 90 dias no pagamento de dívidas.

Efeito macroeconômico preocupa setor

O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, afirmou que o fenômeno ultrapassou o impacto individual e passou a representar um desafio mais amplo para a economia. De acordo com ele, o crescimento das apostas digitais compromete a renda disponível das famílias e exige debate sobre regulação, especialmente em relação à publicidade e à proteção do consumidor.

Perfil das famílias mais afetadas

O estudo também identificou os grupos mais vulneráveis ao endividamento relacionado às apostas. Homens, pessoas com idade a partir de 35 anos e famílias de baixa renda aparecem como os mais impactados.

Entre esses consumidores, as apostas tendem a elevar o nível geral de dívidas. Já nas classes de maior renda, o levantamento aponta que as bets muitas vezes substituem outras formas de crédito, embora ainda resultem em inadimplência.

Relação direta entre bets e inadimplência

Pela primeira vez, a CNC estabelece uma ligação direta entre o uso de plataformas de apostas e o aumento da inadimplência no país. O estudo indica que famílias impactadas por esse tipo de gasto levam mais tempo para regularizar suas pendências financeiras, quando comparadas a situações tradicionais de endividamento, como cartão de crédito ou empréstimos pessoais.

Dados anteriores da entidade já sinalizavam essa tendência. Em 2024, por exemplo, o varejo deixou de faturar R$ 103 bilhões, enquanto aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros passaram a enfrentar dificuldades financeiras relacionadas às apostas.

Setor de apostas questiona levantamento

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), que representa empresas legalizadas do segmento, contestou o estudo. A entidade encaminhou uma notificação formal à CNC solicitando acesso completo às informações e critérios utilizados na pesquisa, além de pedir maior clareza metodológica.

O setor ressalta ainda sua contribuição tributária, destacando que arrecadou R$ 9,95 bilhões em impostos no último ano. Por outro lado, a CNC defende que instituições financeiras e empresas do varejo passem a considerar o comportamento de apostas como um fator relevante na análise de crédito, apontando-o como um possível indicativo de inadimplência futura.

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