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Leia: BYD e Amado Batista entram na ‘lista suja’ do trabalho escravo
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23 de abril de 2026 13:17

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > BYD e Amado Batista entram na ‘lista suja’ do trabalho escravo
Brasil

BYD e Amado Batista entram na ‘lista suja’ do trabalho escravo

Governo atualiza lista suja com 169 novos empregadores e revela mais de 2 mil trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão.

última atualização: 7 de abril de 2026 14:13
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
BYD e Amado Batista entram na 'lista suja' do trabalho escravo
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O governo federal divulgou nesta segunda-feira (6) a atualização da lista suja, cadastro que reúne empregadores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas à escravidão. A nova versão inclui 169 nomes e reforça o monitoramento das autoridades sobre práticas ilegais no país.

Atualização da lista suja amplia número de empregadores

A nova atualização da chamada “lista suja” registrou a inclusão de 169 empregadores, representando um aumento de 6,28% em relação ao levantamento anterior. Desse total, 102 são pessoas físicas e 67 são empresas. Com isso, o número total de nomes presentes no cadastro chega a aproximadamente 613.

Entre os incluídos estão o cantor Amado Batista e a montadora chinesa BYD, o que chamou atenção pela diversidade de perfis presentes na lista.

Setores com mais registros na lista suja

A atualização mostra que determinadas áreas econômicas concentram maior número de ocorrências. Os setores com mais empregadores incluídos foram:

  • Serviços domésticos, com 23 registros;
  • Criação de bovinos para corte, com 18 casos;
  • Cultivo de café, com 12 ocorrências;
  • Construção de edifícios, com 10 registros;
  • Serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita, com 6 casos.

Esses dados indicam que tanto áreas urbanas quanto rurais seguem sendo foco das fiscalizações.

Trabalhadores resgatados

As operações que resultaram na inclusão dos novos nomes possibilitaram o resgate de 2.247 trabalhadores submetidos a condições degradantes ou análogas à escravidão. As ações ocorreram entre os anos de 2020 e 2025, abrangendo diversas regiões do país.

Distribuição por estados

Os casos identificados estão distribuídos em 22 unidades da federação. Entre os estados com maior número de empregadores listados, destacam-se:

  • Minas Gerais (35); 
  • São Paulo (20); 
  • Bahia (17); 
  • Paraíba (17); 
  • Pernambuco (13); 
  • Goiás (10); 
  • Mato Grosso do Sul (10);
  • Rio Grande do Sul (9); 
  • Mato Grosso (7); 
  • Paraná (6); 
  • Pará (5); 
  • Santa Catarina (4); 
  • Maranhão (4); 
  • Acre (2); 
  • Distrito Federal (2); 
  • Espírito Santo (2); 
  • Rio de Janeiro (2); 
  • Amazonas (1); 
  • Ceará (1); 
  • Rondônia (1); 
  • Sergipe (1).

A lista suja é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, tradicionalmente nos meses de abril e outubro. O objetivo é dar transparência às ações de fiscalização e combater práticas ilegais no mercado de trabalho.

Além das inclusões, a atualização mais recente também retirou 225 empregadores que completaram o período de dois anos no cadastro, conforme as regras estabelecidas.

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