Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Endividamento das famílias atinge 49,7% e se aproxima de novo recorde
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO
Influencers e empresários de Cuiabá são alvos por golpes em jogos de azar e lavagem de R$ 10 milhões; VEJA VÍDEO
Polícia Civil mira “gerentes” e “disciplinas” de facção em Sinop e Cuiabá

23 de abril de 2026 13:12

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Endividamento das famílias atinge 49,7% e se aproxima de novo recorde
Economia

Endividamento das famílias atinge 49,7% e se aproxima de novo recorde

Endividamento das famílias atinge 49,7% em janeiro e segue próximo do recorde, enquanto comprometimento da renda continua em alta.

última atualização: 6 de abril de 2026 14:28
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Endividamento das famílias atinge 49,7% e se aproxima de novo recorde
Compartilhar

O endividamento das famílias brasileiras se manteve elevado no início de 2026, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). Em janeiro, o indicador permaneceu em 49,7%, repetindo o mesmo nível registrado no mês anterior. O índice considera a relação entre o total de dívidas e a renda acumulada pelas famílias ao longo de 12 meses.

Endividamento das famílias segue próximo do maior nível da série

Mesmo sem variação mensal, o índice continua muito próximo do maior patamar já registrado na série histórica, que foi de 49,9% em julho de 2022. O cenário indica que o endividamento segue em níveis elevados, refletindo o peso das obrigações financeiras no orçamento das famílias brasileiras.

Ao analisar os dados sem considerar o crédito imobiliário, houve uma leve alta. Nesse recorte, o percentual passou de 31,2% em dezembro para 31,3% em janeiro, sinalizando crescimento moderado das dívidas em outras modalidades de crédito.

Comprometimento da renda com dívidas aumenta

Outro dado relevante divulgado pelo Banco Central mostra que o comprometimento da renda com o pagamento de dívidas também apresentou aumento. O índice subiu de 29,2% para 29,3% no período analisado. Quando desconsiderados os financiamentos habitacionais, o avanço foi mais expressivo, passando de 26,9% para 27,1%. Esses números indicam que uma parcela maior da renda das famílias está sendo destinada ao pagamento de compromissos financeiros.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), cerca de 80,2% das famílias brasileiras possuem algum tipo de dívida. O dado reforça a amplitude do fenômeno e demonstra que o endividamento está presente na maior parte dos lares do país.

Crescimento do crédito impulsiona indicadores

O Banco Central também apontou aumento em modalidades específicas de crédito. O estoque de crédito habitacional para pessoas físicas cresceu 0,8% em fevereiro, na comparação com janeiro, alcançando R$ 1,326 trilhão. Em 12 meses, a alta acumulada foi de 11,6%.

Já o crédito voltado à aquisição de veículos apresentou expansão de 1,3% no mês, totalizando R$ 408,482 bilhões. No acumulado anual, o crescimento chegou a 16,2%, indicando maior demanda por financiamentos nesse segmento.

Inflação segue em trajetória de alta nas projeções

Paralelamente aos dados de crédito, o Boletim Focus do Banco Central revelou aumento nas projeções de inflação. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4,31% para 4,36%, marcando a quarta alta consecutiva. Há quatro semanas, a previsão estava em 3,91%, o que demonstra uma tendência de elevação nas expectativas do mercado.

Projeções para os próximos meses e anos

Para março, a estimativa do IPCA avançou de 0,46% para 0,55%, enquanto para abril passou de 0,46% para 0,48%. Já a inflação acumulada em 12 meses foi registrada em 4,09%. As projeções de longo prazo também indicam alta. Para 2027, a expectativa subiu para 3,85%, enquanto para 2028 chegou a 3,60%, acumulando semanas consecutivas de crescimento.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

China vai retaliar países que derem prioridade aos EUA nas relações comerciais
Economia

China vai retaliar países que derem prioridade aos EUA nas relações comerciais

22 de abril de 2025
Receita libera consulta do 1º lote de restituição do Imposto de Renda 2024
Economia

Receita libera consulta do 1º lote de restituição do Imposto de Renda 2024

23 de maio de 2024
Governo antecipa 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS
Economia

Governo antecipa 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS

13 de março de 2024
Número de brasileiros com nome sujo bate recorde em abril de 2025, aponta SPC Brasil
Economia

Número de brasileiros com nome sujo bate recorde em abril de 2025, aponta SPC Brasil

19 de maio de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?