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Leia: Polícia Federal mira ex-assessor do STJ em esquema de venda de decisões e movimentação de R$ 4 milhões
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Polícia Federal mira ex-assessor do STJ em esquema de venda de decisões e movimentação de R$ 4 milhões

última atualização: 31 de março de 2026 11:05
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Marcelo Carvalho/ Agência Brasil
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 31 de março, uma nova fase da Operação Sisamnes. O desdobramento aprofunda as investigações sobre uma suposta rede de corrupção instalada no Superior Tribunal de Justiça (STJ), focando na atuação de assessores e lobistas na comercialização de minutas e decisões judiciais.

O principal alvo da ofensiva desta manhã é o ex-servidor Márcio José Toledo Pinto. Já indiciado na primeira fase da operação (ocorrida em 2024) por corrupção passiva e violação de sigilo funcional. Márcio foi demitido do tribunal após o surgimento das primeiras provas da participação dele no esquema.

Nesta terça-feira, agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do ex-assessor, no Distrito Federal, com o objetivo de colher novos elementos sobre o vazamento de informações privilegiadas.

O MODUS OPERANDI: EDIÇÃO E VENDA DE MINUTAS

Segundo o relatório da Polícia Federal, Márcio teria utilizado seu cargo de confiança para acessar, editar e compartilhar indevidamente minutas de decisões judiciais que ainda não haviam sido publicadas. Essas informações eram repassadas ao lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, que atuaria como a ponte entre o tribunal e os interessados nas decisões.

A investigação concluiu que o ex-assessor não apenas vazava dados sigilosos, mas atuava ativamente na “comercialização” do conteúdo jurídico, antecipando resultados de julgamentos em troca de vultosas somas de dinheiro.

R$ 4 MILHÕES EM MOVIMENTAÇÕES SUSPEITAS

O rastro financeiro do esquema impressiona os investigadores. A PF identificou que o lobista Andreson de Oliveira Gonçalves teria repassado ao menos R$ 4 milhões para Márcio.

Para tentar ocultar a origem e o destino do dinheiro, os valores teriam sido transferidos por meio de uma empresa registrada em nome da esposa do ex-servidor. Além da corrupção, a PF descobriu que Márcio teria chegado a monitorar os próprios investigadores envolvidos no caso, numa tentativa de antecipar passos da polícia.

DECISÃO DO STF

Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Federal chegou a solicitar a prisão temporária do ex-assessor.

No entanto, o pedido foi negado pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou apenas as medidas de busca e apreensão e o acesso aos dados coletados.

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