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Leia: Desconfiança no STF cresce e atinge recorde histórico, aponta Datafolha
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12 de março de 2026 19:28

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OpiniãoMT > Blog > Justiça > Desconfiança no STF cresce e atinge recorde histórico, aponta Datafolha
Justiça

Desconfiança no STF cresce e atinge recorde histórico, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha mostra aumento da desconfiança no STF e no Judiciário, com queda na avaliação positiva dos ministros da Corte.

última atualização: 12 de março de 2026 15:48
Redação OPMT
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6 Minutos de Leitura
Plenario do Supremo Tribunal Federal STF
Plenario do Supremo Tribunal Federal STF. Imagem: STF.
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A desconfiança da população brasileira em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) alcançou o maior nível desde o início da série histórica do Datafolha. Segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (11), o percentual de pessoas que afirmam não confiar na Corte chegou a 43%, o maior índice registrado desde 2012, quando o instituto passou a monitorar esse indicador.

O estudo mostra que o cenário de percepção pública sobre o tribunal se deteriorou em comparação com a pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2024. Naquele momento, 38% dos entrevistados declaravam não confiar no STF. Ao mesmo tempo, caiu a proporção de brasileiros que afirmam confiar plenamente na instituição.

Desconfiança no STF alcança maior nível desde 2012

De acordo com o Datafolha, apenas 16% dos entrevistados disseram confiar muito no Supremo Tribunal Federal, número inferior ao registrado no levantamento anterior, quando o índice era de 24%. Considerando a margem de erro da pesquisa, estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado se aproxima de um dos níveis mais baixos já observados na série histórica.

Em junho de 2018, por exemplo, apenas 14% dos entrevistados declararam confiar muito na Corte. O novo levantamento indica que a percepção de confiança permanece próxima desses patamares mais baixos.

Desconfiança também cresce em relação ao Judiciário

O aumento da desconfiança não se limita ao Supremo Tribunal Federal. O levantamento aponta que o Judiciário como um todo também enfrenta uma piora na percepção pública.

Segundo os dados, o percentual de brasileiros que afirmam não confiar na Justiça passou de 28% para 36%. Esse é o maior índice registrado desde 2017, quando o Datafolha começou a medir esse indicador.

A pesquisa foi realizada em um período marcado por discussões públicas envolvendo o Judiciário. Entre os temas citados no debate nacional está o caso relacionado ao Banco Master, que inclui indícios de ligação pessoal de ministros da Corte, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Além disso, ganharam repercussão nas redes sociais debates sobre benefícios adicionais pagos a magistrados, conhecidos popularmente como “penduricalhos”, que podem elevar significativamente os rendimentos da categoria em comparação com a renda média da população.

Avaliação do desempenho dos ministros piora

O levantamento também identificou mudanças na avaliação do trabalho dos ministros do STF. Na pesquisa anterior, 32% dos entrevistados classificavam o desempenho da Corte como “ótimo” ou “bom”. No novo estudo, esse percentual caiu para 23%.

Ao mesmo tempo, aumentou o número de pessoas que avaliam o trabalho dos ministros de forma negativa. Aqueles que classificam a atuação do tribunal como “ruim” ou “péssima” passaram de 35% para 39%.

Os dados indicam variações de percepção entre diferentes grupos da população. Entre os homens, a avaliação negativa chega a 46%. Já entre pessoas com ensino superior, o índice alcança 45%.

No grupo de entrevistados com renda superior a dez salários mínimos, o percentual de insatisfação chega a 65%, demonstrando um grau mais elevado de crítica ao desempenho da Corte entre pessoas com maior poder aquisitivo.

Diferenças conforme preferência eleitoral

A percepção sobre o STF também varia de acordo com a preferência política dos entrevistados. Entre eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 44% afirmam estar satisfeitos com a atuação da Corte, enquanto 12% demonstram insatisfação.

Já entre aqueles que indicam intenção de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL), o cenário é diferente. Nesse grupo, 67% afirmam estar insatisfeitos com o tribunal, enquanto apenas 7% dizem estar satisfeitos com o desempenho da instituição.

Brasileiros apoiam restrições à atuação de ministros

Outro ponto analisado pelo levantamento diz respeito às regras de atuação dos magistrados do Supremo Tribunal Federal. A pesquisa aponta amplo apoio da população a medidas que limitem determinadas atividades dos ministros.

Segundo os dados, 79% dos entrevistados discordam que magistrados possam julgar processos que envolvam clientes de familiares. Além disso, 78% afirmam ser contrários à possibilidade de ministros atuarem como sócios de empresas.

Outro tema que também recebeu rejeição significativa foi o pagamento de palestras por instituições privadas. De acordo com o levantamento, 76% dos entrevistados disseram ser contra esse tipo de remuneração para membros da Corte.

Metodologia da pesquisa

O estudo foi realizado pelo instituto Datafolha entre os dias 3 e 5 de março. Ao todo, foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios distribuídos pelo país.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03715/2026.

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