Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: PGR recomenda arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Câmara aprova projeto que endurece punições para descarte irregular de lixo
STJ solta dono da Choquei, Poze do Rodo e MC Ryan presos em esquema de R$ 1,6 bilhão
Governo Lula autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da PF
“Não coloco arma na cabeça de ninguém”, dispara influencer Lili Vasconcelos que quebra o silêncio após operação policial; VEJA VÍDEO
Em Sinop, Flávio Bolsonaro reafirma apoio a Wellington e Medeiros e promete destravar a Ferrogrão; VEJA VÍDEO

23 de abril de 2026 19:01

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Bolsonaro > PGR recomenda arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro
Bolsonaro

PGR recomenda arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro

PGR pede ao STF o arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro e aponta ausência de lei que defina a destinação desses presentes.

última atualização: 5 de março de 2026 14:26
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
PGR recomenda arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro. Imagem: Redes Sociais.
Compartilhar

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer defendendo o encerramento do inquérito que investigava o suposto desvio de joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato. O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes e sustenta que não há base jurídica suficiente para caracterizar crime na destinação desses itens.

Segundo o parecer, a inexistência de uma legislação específica que determine se presentes recebidos por chefes de Estado pertencem ao acervo público ou privado impede a configuração de ilícito penal. O posicionamento foi apresentado em um documento com 16 páginas.

PGR aponta ausência de lei sobre destino de presentes oficiais

No texto encaminhado ao STF, Gonet afirma que o ordenamento jurídico brasileiro não possui uma norma legal formal que trate da propriedade ou destinação de objetos recebidos por presidentes da República durante encontros diplomáticos com autoridades estrangeiras.

De acordo com o procurador-geral, a definição sobre se tais presentes pertencem à União ou ao patrimônio pessoal do mandatário deveria estar estabelecida em lei clara. Sem essa regulamentação, segundo ele, não seria possível enquadrar a situação como crime.

Segurança jurídica depende de regra formal

No parecer, Gonet também destaca que o princípio da segurança jurídica exige a existência de normas objetivas que determinem como esses bens devem ser classificados. Ele ressalta que, na ausência de legislação específica, não há parâmetros suficientes para responsabilização penal.

Ainda segundo o procurador, o direito brasileiro não estabelece, em lei formal, critérios para definir a dominialidade desses objetos recebidos em compromissos internacionais.

Investigação analisou joias e itens de luxo recebidos em viagens

A investigação conduzida pela Polícia Federal analisou o destino de diversos itens de alto valor entregues ao então presidente durante viagens oficiais ao exterior.

Entre os objetos citados estão um conjunto conhecido como “kit ouro rosé” da marca Chopard, um relógio Rolex confeccionado em ouro branco e esculturas douradas recebidas durante visitas à Arábia Saudita e ao Bahrein.

Os investigadores examinaram a possibilidade de que esses bens tivessem sido vendidos a terceiros. Apesar disso, o procurador-geral afirmou que, mesmo diante das diligências realizadas pela Polícia Federal, não foram identificados elementos suficientes para caracterizar o crime de peculato.

Avaliação da PGR sobre o trabalho da Polícia Federal

No parecer, Gonet classificou a atuação da Polícia Federal como cuidadosa e eficiente na apuração dos fatos. Contudo, concluiu que os elementos reunidos durante a investigação não sustentam uma acusação penal.

Segundo ele, mesmo que tenha havido tentativa de comercialização dos itens, a ausência de norma que defina a natureza jurídica dos presentes inviabiliza a caracterização do delito.

Defesa de investigados comemora parecer

Advogados que representam militares citados no caso reagiram positivamente ao posicionamento da Procuradoria-Geral da República.

O coronel Marcelo Câmara e o comandante Marcelo Vieira, ambos mencionados nas investigações, são defendidos pelo advogado Eduardo Kuntz. A defesa afirmou estar confiante de que o Supremo Tribunal Federal seguirá a recomendação da PGR.

Para Kuntz, o procedimento investigativo não deveria ter sido autorizado desde o início. O advogado também comparou o episódio a outra investigação envolvendo o ex-presidente que tratou de sua interação com uma baleia, afirmando que ambos os casos não justificariam a abertura de inquérito.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

24 horas depois, Bolsonaro retorna ao centro cirúrgico para novo procedimento
Bolsonaro

24 horas depois, Bolsonaro passa por nova cirurgia após retorno de crise de soluços

30 de dezembro de 2025
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta sexta-feira, 5, que irá disputar a Presidência da República em 2026. O anúncio, feito por meio de publicação no X, movimentou o cenário político nacional e marca a entrada oficial do parlamentar na corrida ao Palácio do Planalto. Flávio Bolsonaro anuncia decisão e cita apoio de Jair Bolsonaro Segundo Flávio Bolsonaro, a candidatura foi motivada pela confiança e pelo aval de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O senador declarou que recebeu a missão de dar continuidade ao projeto político que a família construiu nos últimos anos, ressaltando que pretende atuar para enfrentar o que chamou de instabilidade e insegurança no país. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, já havia antecipado a escolha, afirmando que a decisão estava consolidada dentro da legenda. O dirigente reforçou que o partido seguirá unificado em torno da nova candidatura. Impactos da candidatura de Flávio Bolsonaro no cenário da direita A confirmação de Flávio Bolsonaro altera os arranjos internos da direita para 2026. A entrada do senador na disputa presidencial deve levar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a concentrar esforços na própria reeleição, descartando uma eventual candidatura ao Planalto. A decisão também interfere nos planos eleitorais iniciais do próprio parlamentar. Até esta sexta-feira, Flávio era cotado pelo PL para disputar novamente o Senado pelo Rio de Janeiro. Com o partido decidindo apoiar a candidatura de Cláudio Castro ao cargo, abre-se espaço para novas articulações, como o interesse já manifestado pelo deputado Carlos Jordy. Trajetória política de Flávio Bolsonaro e o contexto envolvendo Jair Bolsonaro A candidatura de Flávio Bolsonaro surge em um momento em que Jair Bolsonaro permanece inelegível e cumprindo pena na PF. O ex-presidente foi condenado a 27 anos de prisão pela 1ª Turma do STF, em ação relacionada à suposta tentativa de golpe. Ele também se tornou inelegível em 2023, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Foi da própria cela na PF que Jair Bolsonaro teria indicado Flávio como representante da família na disputa presidencial. Essa escolha marca uma mudança significativa, já que Jair concorreu nas últimas duas eleições, vencendo em 2018 e sendo derrotado em 2022 por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno. Quem é Flávio Bolsonaro: trajetória até 2026 Natural do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro tem 44 anos e iniciou sua vida pública em 2002, quando foi eleito deputado estadual pela primeira vez. Permaneceu na Alerj por quatro mandatos consecutivos. Em 2018, migrou para o Senado Federal, onde foi eleito com mais de 4 milhões de votos, o maior número registrado no estado naquela disputa. Sua atuação no Congresso e sua proximidade com o ex-presidente consolidaram sua influência dentro do PL. Com o anúncio, ele passa a integrar o grupo de pré-candidatos à Presidência em 2026. Além dele, já manifestaram interesse o atual presidente Lula, pelo PT; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).
Bolsonaro

Jair Bolsonaro confirma Flávio como candidato à Presidência em 2026

5 de dezembro de 2025
Jair Bolsonaro comparece ao STF para acompanhar início de julgamento
Bolsonaro

Jair Bolsonaro comparece ao STF para acompanhar início de julgamento

25 de março de 2025
Bolsonaro

STF retoma julgamento de Jair Bolsonaro e outros acusados por suposto golpe de Estado

3 de setembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?