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Leia: MPF processa Globo em R$ 10 milhões por pronúncia incorreta da palavra ‘recorde’
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7 de março de 2026 03:05

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > MPF processa Globo em R$ 10 milhões por pronúncia incorreta da palavra ‘recorde’
Brasil

MPF processa Globo em R$ 10 milhões por pronúncia incorreta da palavra ‘recorde’

MPF em Minas processa Globo por pronúncia de “recorde”, pede R$ 10 milhões e correção em rede nacional.

última atualização: 19 de fevereiro de 2026 17:12
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
MPF processa Globo em R$ 10 milhões por pronúncia incorreta da palavra 'recorde'
Cesar Tralli e Renata Vasconcellos. Imagem: Redes Sociais.
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O Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais ingressou com ação civil pública contra a Globo por conta da forma como a palavra “recorde” vem sendo pronunciada em seus telejornais e programas esportivos. O procurador da República Cléber Eustáquio Neves é o autor da ação e solicita o pagamento de R$ 10 milhões por suposta lesão ao patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa.

De acordo com a petição apresentada à Justiça, a emissora estaria adotando de maneira recorrente uma pronúncia considerada incorreta do termo, o que, segundo o MPF, pode influenciar o público a reproduzir o mesmo padrão.

Ação do MPF contra a Globo questiona pronúncia

No documento encaminhado à Justiça, o procurador sustenta que a palavra “recorde” deve ser classificada como paroxítona, com a sílaba tônica na segunda sílaba: “reCORde”. Dessa forma, não haveria acento gráfico e a pronúncia não deveria enfatizar a primeira sílaba.

Para fundamentar a ação contra a Globo, o representante do MPF anexou trechos de programas jornalísticos e esportivos exibidos pela emissora. Entre os conteúdos citados estão edições do Jornal Nacional, do Globo Esporte e do Globo Rural. Em um dos vídeos mencionados na ação, é questionada a forma como o apresentador César Tralli pronuncia o termo durante a apresentação do telejornal.

Fundamentos apresentados pelo procurador

Segundo o autor da ação, a Globo, por operar como concessionária de serviço público de radiodifusão, deve observar a norma culta da língua portuguesa como parte de sua função informativa e educativa. Na argumentação, ele afirma que o uso reiterado de uma pronúncia considerada inadequada pode comprometer o direito coletivo da sociedade ao acesso a uma programação de qualidade.

O procurador sustenta ainda que a repetição do que classifica como erro de prosódia teria potencial de gerar um “efeito manada”, levando parte da população a reproduzir o mesmo padrão de fala.

Pedido de retratação em rede nacional

Além da indenização milionária, o MPF solicita que a Globo seja obrigada a promover uma correção pública da pronúncia da palavra “recorde” em rede nacional. O pedido inclui a veiculação da retificação em telejornais e atrações esportivas da emissora.

A ação também requer a concessão de liminar para que a eventual correção seja realizada com urgência, antes mesmo do julgamento definitivo do caso.

A notificação formal à emissora ocorreu antes do Carnaval. Até o momento, não houve apresentação de defesa nos autos do processo. A expectativa é de que a manifestação da Globo seja protocolada nos próximos dias.

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