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Leia: Trump anuncia criação do Conselho da Paz que poderá substituir a ONU
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7 de março de 2026 05:34

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OpiniãoMT > Blog > Mundo > Trump anuncia criação do Conselho da Paz que poderá substituir a ONU
Mundo

Trump anuncia criação do Conselho da Paz que poderá substituir a ONU

Donald Trump lança o Conselho da Paz, com foco inicial em Gaza e possível atuação global, incluindo críticas à ONU e convites a 50 países.

última atualização: 22 de janeiro de 2026 09:10
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Trump anuncia criação do Conselho da Paz que poderá substituir a ONU
Presidente dos EUA, Donald J. Trump, em discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça 2026. Imagem: The White House.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (22) a criação do Conselho da Paz, uma nova estrutura do governo norte-americano voltada à manutenção da estabilidade internacional e à reconstrução da Faixa de Gaza. O Conselho da Paz foi apresentado como uma iniciativa com alcance amplo, que pode atuar em diferentes crises globais e assumir funções hoje desempenhadas por organismos multilaterais.

Conselho da Paz e o objetivo inicial no Oriente Médio

Segundo informações divulgadas pela Casa Branca, o Conselho da Paz nasce com foco imediato no conflito envolvendo a Faixa de Gaza, priorizando ações de reconstrução e iniciativas diplomáticas para reduzir tensões na região. De acordo com Trump, a proposta é criar um mecanismo mais ágil e direto para lidar com conflitos armados e situações de instabilidade prolongada.

O presidente norte-americano destacou que o Conselho da Paz não ficará restrito ao Oriente Médio. A intenção do governo dos Estados Unidos é utilizar a nova estrutura como uma ferramenta permanente de mediação e intervenção diplomática em crises internacionais futuras, conforme a avaliação do governo norte-americano.

Críticas à ONU e proposta de substituição

Em declarações recentes à imprensa, Trump voltou a criticar o papel da Organização das Nações Unidas. Na avaliação do presidente, a ONU tem se mostrado ineficaz na prevenção e resolução de conflitos internacionais. Diante disso, o Conselho da Paz poderia, segundo ele, assumir funções semelhantes às da entidade internacional, oferecendo uma alternativa à atual governança global.

As declarações reforçam a visão do governo dos EUA de que novos modelos de cooperação internacional são necessários. Trump afirmou que a estrutura proposta será mais eficiente e menos burocrática do que os organismos multilaterais existentes.

Estrutura e liderança do Conselho da Paz

Donald Trump ocupará o cargo de presidente do Conselho da Paz por tempo indeterminado. Conforme as regras divulgadas, ele poderá permanecer à frente do órgão mesmo após o término de seu segundo mandato presidencial. A substituição do presidente do conselho só poderá ocorrer em caso de renúncia voluntária ou incapacidade, mediante aprovação unânime do Conselho Executivo.

O governo dos Estados Unidos já definiu os primeiros membros do Conselho Executivo fundador. Entre os nomes anunciados estão o secretário de Estado, Marco Rubio, o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, e Jared Kushner, genro do presidente e ex-assessor da Casa Branca.

A presença de lideranças políticas e diplomáticas de diferentes países faz parte da estratégia do governo norte-americano para conferir legitimidade internacional à iniciativa e ampliar sua capacidade de articulação.

Países convidados e adesões iniciais

Até o momento, 50 países e a União Europeia receberam convite formal para integrar o Conselho da Paz. O Brasil está entre os países convidados, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não se manifestou oficialmente sobre a participação brasileira.

Segundo informações divulgadas por veículos como CNN, CNN Brasil e Reuters, alguns países já confirmaram adesão à iniciativa. Entre eles estão Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Paquistão, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

Declarações em Davos e a questão da Groenlândia

Durante participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Trump também abordou temas estratégicos relacionados à política externa dos Estados Unidos. O presidente voltou a mencionar o interesse norte-americano na Groenlândia, ressaltando que qualquer iniciativa envolvendo o território será conduzida de forma pacífica, sem uso da força.

Trump cobrou uma postura mais ativa da Europa e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na defesa da ilha. No entanto, afirmou que apenas os Estados Unidos teriam capacidade plena para garantir a segurança do território, reforçando o papel estratégico do país na região.

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