Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Suspeito de ligação com PCC atuou em compra de resort da família Toffoli
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Juiz mantém prisão de motorista que atropelou e matou motociclista na Avenida Isaac Póvoas em Cuiabá
Tradicional desfile de 7 de Setembro será realizado à noite nesta segunda-feira na Avenida Getúlio Vargas em Cuiabá
Candidatos têm até o dia 10 de setembro para validar foto e dados da urna eletrônica
CMEI Professor Édson Reveles Pereira passa por reparos e conclui recuperação após princípio de incêndio em Várzea Grande
ARTIGO: Testosterona não é sinônimo de mais saúde

7 de setembro de 2026 10:10

OpiniãoMT > Blog > Brasília > Suspeito de ligação com PCC atuou em compra de resort da família Toffoli
Brasília

Suspeito de ligação com PCC atuou em compra de resort da família Toffoli

Negócio envolvendo a família Toffoli em resort no Paraná é citado em investigações da PF sobre fundos ligados à Reag Investimentos.

Redação OPMT
Publicado em: 17 de janeiro de 2026
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Suspeito de ligação com PCC atuou em compra de resort da família Toffoli
Silvano Gersztel, executivo da gestora Reag Investimentos e Resort Tayayá da família Toffoli. Imagens: Redes Sociais.
Compartilhar

A família Toffoli passou a ser citada em investigações que envolvem fundos de investimento utilizados na aquisição de participações em um resort de luxo no Paraná. Documentos oficiais indicam que um executivo da Reag Investimentos representou um fundo que adquiriu parte da participação dos irmãos do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), em um empreendimento turístico avaliado em milhões de reais.

Participação da família Toffoli no Resort Tayayá

Registros da Junta Comercial do Paraná, obtidos por meio de apuração jornalística, apontam que o executivo Silvano Gersztel atuou como representante do fundo Arleen em uma sociedade com empresas pertencentes aos irmãos José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, além de um primo do ministro do STF. O grupo era sócio do resort Tayayá, localizado no estado do Paraná.

Em setembro de 2021, o fundo Arleen adquiriu metade da participação que pertencia aos irmãos da família Toffoli. O valor da transação foi estimado em R$ 6,6 milhões, conforme os documentos analisados. O investimento total no empreendimento alcançou aproximadamente R$ 20 milhões, somando aportes realizados por dois fundos distintos.

Fundos administrados pela Reag Investimentos

Os fundos Arleen e Leal, ambos administrados pela Reag Investimentos, foram responsáveis pelos aportes no resort. Até o ano de 2025, esses fundos permaneceram como sócios das empresas responsáveis pelo controle do Tayayá, ao lado da família Toffoli.

Entre os meses de fevereiro e julho daquele ano, ocorreu a retirada gradual dos sócios, culminando na venda das participações para o advogado Paulo Humberto Barbosa. Após a conclusão das negociações, ele passou a deter o controle integral do empreendimento.

Investigações da polícia federal e a família Toffoli

Silvano Gersztel é alvo da Operação Carbono Oculto, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga a suposta utilização de fundos da Reag para lavagem de dinheiro. As apurações envolvem empresários do setor de combustíveis ligados às distribuidoras Copape e Aster, suspeitas de conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com o Ministério Público, os fundos investigados teriam sido empregados na aquisição de usinas, postos de combustíveis e imóveis, com o objetivo de ocultar os verdadeiros proprietários e reduzir o pagamento de tributos. A Reag Investimentos, por sua vez, afirma não possuir qualquer vínculo com práticas ilícitas.

Outros desdobramentos envolvendo a Reag

Após a Operação Carbono Oculto, a Reag também passou a ser mencionada em apurações relacionadas a fraudes atribuídas ao Banco Master. Esses processos estão sob relatoria do ministro Dias Toffoli no STF, o que levantou questionamentos sobre possível impedimento em razão de vínculos indiretos envolvendo a família Toffoli.

A defesa de Daniel Vorcaro, citado em parte das investigações, declarou que ele não foi cotista nem gestor dos fundos mencionados e que desconhecia qualquer investimento relacionado ao resort Tayayá.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Moraes nega pedido de Pacheco para desbloquear contas de Marcos do Val
Brasília

Moraes nega pedido de Pacheco para desbloquear contas de Marcos do Val

6 de setembro de 2024
Lula pressiona Toffoli a deixar o STF; Pacheco deve ser o substituto
Brasília

Lula pressiona Toffoli a deixar o STF; Pacheco deve ser o substituto

26 de janeiro de 2026
Presidente da Câmara faz manobra para não pautar PL da Anistia
Brasília

Presidente da Câmara faz manobra para não pautar PL da Anistia

10 de abril de 2025
Hematoma no cérebro preocupa médicos do presidente Lula
Brasília

Hematoma no cérebro preocupa médicos do presidente Lula

21 de outubro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?