Um passeio de barco em família terminou em um episódio incomum no Norte do Espírito Santo. Durante a navegação pela Lagoa do Aguiar, em Linhares, uma empresária fisgou um pirarucu de 65 kg, usando apenas uma vara simples, sem qualquer planejamento prévio ou equipamentos profissionais.
Captura surpreende pescadora e familiares
O fato ocorreu no sábado (10) e envolveu a empresária Marcella Ferreira, de 40 anos, que costuma pescar ocasionalmente por lazer. Segundo o relato, a atividade não tinha objetivo esportivo ou profissional, sendo apenas uma distração durante o passeio. A surpresa começou quando ela sentiu resistência na linha e acreditou que o anzol havia ficado preso em um obstáculo submerso.
Momento inicial gerou dúvida
Ao puxar a linha com mais força, a empresária percebeu que se tratava de algo incomum. Foi o marido, Ricardo Ferreira, de 45 anos, quem alertou que não se tratava de um toco ou galho, mas sim de um peixe. A partir daí, ficou claro que o tamanho era muito maior do que o esperado para a pescaria casual que estava sendo feita.
Pirarucu de 65 kg chamou atenção pelo tamanho
O peixe capturado media cerca de 1,56 metro de comprimento, proporção que chamou ainda mais atenção quando comparada à altura da pescadora, de 1,69 metro. Para registrar o momento, Marcella posou ao lado do animal, evidenciando a dimensão do pirarucu.
No momento da pesca, a empresária usava uma vara comum, dessas normalmente deixadas em barcos para pescarias rápidas. Ela estava vestida de forma casual, sem qualquer tipo de preparo técnico, o que reforça o caráter inesperado da captura. Apesar de já ter ouvido relatos sobre a presença de pirarucus na lagoa, a possibilidade de fisgar um exemplar desse porte era considerada improvável.
Apoio do marido foi fundamental
Durante a tentativa de retirada do peixe da água, Marcella chegou a oferecer a vara ao marido, mas ele recusou. Segundo ela, Ricardo preferiu orientar todo o processo, indicando quando tensionar ou aliviar a linha, evitando que o peixe escapasse ou que o equipamento se rompesse.
Sem itens adequados para lidar com um peixe desse tamanho, a família utilizou um facão que estava no barco por precaução. A estratégia improvisada exigiu cuidado e paciência, já que qualquer erro poderia resultar na perda do pirarucu.
Destino do peixe após a captura
Depois de retirado da água, o peixe foi dividido entre os familiares. Por ter sido pescado em águas do Espírito Santo, o preparo seguiu a tradição local. Parte do pirarucu foi utilizada ainda no mesmo dia, em uma refeição típica, encerrando o episódio de forma descontraída.

