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Leia: Preços de imóveis disparam em 2025, segunda maior alta em 11 anos
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7 de março de 2026 05:06

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OpiniãoMT > Blog > Economia > Preços de imóveis disparam em 2025, segunda maior alta em 11 anos
Economia

Preços de imóveis disparam em 2025, segunda maior alta em 11 anos

Preços de imóveis subiram 6,52% em 2025, superando a inflação e alcançando a segunda maior alta anual desde 2014.

última atualização: 6 de janeiro de 2026 13:59
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Preços de imóveis disparam em 2025, segunda maior alta em 11 anos
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Os preços de imóveis residenciais no Brasil encerraram 2025 com valorização média de 6,52%, de acordo com dados do Índice FipeZAP divulgados nesta terça-feira (6). O resultado confirma um cenário de aumento consistente no mercado imobiliário e representa a segunda maior alta anual registrada nos últimos 11 anos, ficando atrás apenas do desempenho observado em 2024.

Preços de imóveis avançam acima da inflação

O crescimento dos preços de imóveis em 2025 superou a inflação ao consumidor no mesmo período. A variação inflacionária foi estimada em 4,18%, com base no IPCA acumulado até novembro e no IPCA-15 de dezembro. Ao descontar a inflação, o índice aponta uma valorização real de 2,24% nos imóveis residenciais, indicando ganho efetivo para o setor.

Esse movimento ocorreu em um contexto de indicadores econômicos considerados favoráveis. A taxa de desemprego medida pela PNAD Contínua ficou em 5,2% no trimestre encerrado em novembro, o menor nível desde o início da série histórica, em 2012. Já o Produto Interno Bruto (PIB) de 2025, cujo dado oficial será divulgado em março, apresentou desempenho acima das projeções iniciais, com expectativa de crescimento em torno de 2,3%.

Alta dos preços nas capitais brasileiras

O levantamento do FipeZAP acompanha anúncios de venda de imóveis em 56 cidades brasileiras. Em 2025, nenhum dos municípios monitorados apresentou queda nominal nos valores, o que reforça a tendência de valorização generalizada dos preços de imóveis no país.

Entre as capitais, os maiores aumentos foram registrados em Salvador, com alta de 16,25%, seguida por João Pessoa (15,15%), Vitória (15,13%), São Luís (13,91%) e Fortaleza (12,61%). Já os menores reajustes ocorreram em Brasília, Goiânia e Aracaju. Nessas cidades, apesar da alta nominal, houve perda real, uma vez que os índices ficaram abaixo da inflação estimada.

Enquanto algumas capitais apresentaram forte valorização, outras registraram crescimento mais moderado. Esse comportamento reflete diferenças regionais de demanda, oferta e dinâmica econômica local, fatores que influenciam diretamente os preços de imóveis.

Preço médio de venda no país

Em dezembro, o preço médio de venda dos imóveis residenciais nas 56 cidades analisadas foi de R$ 9.611 por metro quadrado. Considerando esse valor, um apartamento de 50 metros quadrados teve custo médio de aproximadamente R$ 480,5 mil.

Os imóveis de um dormitório apresentaram preço médio superior aos de dois dormitórios, com valores de R$ 11.669/m² e R$ 8.622/m², respectivamente. Balneário Camboriú (SC) liderou o ranking nacional, com metro quadrado médio de R$ 14.906.

Entre as capitais, Vitória (ES) ocupou a primeira posição, com R$ 14.108/m², seguida por Florianópolis e São Paulo. Na outra ponta, Pelotas (RS) apresentou o metro quadrado mais acessível, com média de R$ 4.353.

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