Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Justiça dos EUA marca nova audiência de Maduro e Cilia Flores em Nova York
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Polícia Federal aponta que desvios no TCE-MT podem superar R$ 145 milhões e STJ autoriza bloqueio de bens
Cientista político Haroldo Arruda analisa onda de demissões por motivação política e aponta limites entre gestão empresarial e discriminação
STJ manda TCE-MT recompor Plenário com auditores substitutos após afastamento de conselheiros
Prefeitura de Cuiabá realiza visita técnica nas comunidades rurais Pico do Amor e Coivara para alinhar apoio à produção e serviços sociais
Detran-MT desmente boato sobre novo edital da CNH Social e reforça que programa é gratuito

2 de novembro de 2026 00:56

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Mundo > Justiça dos EUA marca nova audiência de Maduro e Cilia Flores em Nova York
Mundo

Justiça dos EUA marca nova audiência de Maduro e Cilia Flores em Nova York

Justiça americana agenda nova audiência de Maduro e Cilia Flores. Ex-líder venezuelano enfrenta acusações ligadas a tráfico internacional.

Redação OPMT
Publicado em: 5 de janeiro de 2026
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Justiça dos EUA marca nova audiência de Maduro e Cilia Flores em Nova York
Nicolás Maduro encontra-se preso em Nova York. Imagem: DEA.
Compartilhar

A Justiça Federal dos Estados Unidos marcou uma nova audiência do processo que envolve Maduro, ex-presidente da Venezuela, e sua esposa, Cilia Flores. A decisão foi tomada após a audiência de custódia realizada nesta segunda-feira, 5, em Nova York. O caso reúne acusações graves apresentadas pelo governo norte-americano, que investiga suposta atuação do ex-líder venezuelano em atividades criminosas de alcance internacional.

Audiência de custódia e nova data definida

Ao fim da sessão conduzida pelo juiz Alvin K. Hellerstein, da Justiça Federal de Nova York, foi estabelecido que o casal voltará a comparecer ao tribunal no dia 17 de março. Maduro e Cilia Flores chegaram ao local sob forte escolta armada e permaneceram sob custódia durante toda a audiência.

De acordo com as autoridades, após o encerramento da sessão, o ex-presidente foi reconduzido ao centro de detenção no Brooklyn, onde permanece preso enquanto o processo avança.

Acusações contra Maduro nos Estados Unidos

O processo criminal atribui a Maduro quatro acusações formais, entre elas conspiração para importação de cocaína em território norte-americano e posse de armamento pesado, como metralhadoras e outros equipamentos classificados como destrutivos.

Segundo a promotoria dos Estados Unidos, o ex-ditador teria liderado uma estrutura internacional de tráfico de drogas. A acusação sustenta que essa rede mantinha conexões com cartéis mexicanos, como Sinaloa e Zetas, além de grupos armados da Colômbia e da facção venezuelana conhecida como Tren de Aragua.

Os investigadores afirmam que essas alianças teriam facilitado o envio de grandes quantidades de entorpecentes para fora da América do Sul.

Defesa nega acusações e aponta motivações políticas

Desde o início das apurações, Maduro nega envolvimento com qualquer atividade ilegal. Em sua defesa, ele sustenta que as denúncias teriam motivação política e econômica, alegando que interesses estrangeiros estariam por trás das acusações, especialmente relacionados às reservas de petróleo da Venezuela.

Para o governo norte-americano, o andamento do processo reforça a política adotada pelo presidente Donald Trump de endurecer o combate ao narcotráfico e à imigração irregular. Caso seja considerado culpado, Maduro poderá enfrentar uma pena mínima de 30 anos de prisão, com possibilidade de condenação à prisão perpétua.

Investigações apontam atuação iniciada há décadas

De acordo com os documentos apresentados à Justiça, a suposta atuação criminosa de Maduro teria começado no ano 2000, quando ele passou a integrar a Assembleia Nacional da Venezuela. As investigações indicam que as atividades teriam continuado ao longo dos anos, inclusive após sua eleição à Presidência em 2013, sucedendo Hugo Chávez.

Uma denúncia adicional, divulgada no sábado, 3, ampliou a lista de acusados. Além de Cilia Flores, foram incluídos Nicolás Ernesto Maduro, filho do ex-presidente, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, o ex-ministro Ramón Rodríguez Chacín e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, apontado como líder do Tren de Aragua.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Está encerrada - Trump decreta o fim da guerra ao Irã
Mundo

‘Está encerrada’: mesmo não satisfeito, Trump decreta o fim da guerra ao Irã

1 de maio de 2026
Hamas liberta 20 reféns em acordo de cessar-fogo com Israel mediado pelos EUA
Mundo

Hamas liberta 20 reféns em acordo de cessar-fogo com Israel mediado pelos EUA

13 de outubro de 2025
Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã
Mundo

Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã

23 de julho de 2026
Terremoto de magnitude 7,6 atinge costa do Japão e provoca alertas de tsunami
Mundo

Terremoto de magnitude 7,6 atinge costa do Japão e provoca alertas de tsunami

8 de dezembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?