Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Taxa média de juros atinge maior nível em oito anos, aponta BC
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Homem de 35 anos é baleado por policial penal durante entrega de celular perdido no bairro CPA IV, em Cuiabá; VEJA VÍDEO
Ananias defende vice com papel de gestão efetiva no PL e aponta aprendizado com atritos municipais para definir chapa ao Governo
Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã
Petróleo ultrapassa US$ 100 com escalada da guerra entre EUA e Irã
Wellington Fagundes compreende afastamento de prefeitos do PL; VEJA VÍDEO

23 de julho de 2026 15:46

OpiniãoMT > Blog > Economia > Taxa média de juros atinge maior nível em oito anos, aponta BC
Economia

Taxa média de juros atinge maior nível em oito anos, aponta BC

Taxa média de juros sobe em novembro, chega a 46,7% ao ano e alcança maior patamar desde 2017, segundo dados do Banco Central.

Redação OPMT
Publicado em: 26 de dezembro de 2025
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Taxa média de juros atinge maior nível em oito anos, aponta BC
Compartilhar

A taxa média de juros cobrada pelos bancos em operações com pessoas físicas e empresas voltou a subir em novembro e alcançou 46,7% ao ano, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Banco Central. O avanço de 0,6 ponto percentual no mês levou os juros ao maior nível registrado desde abril de 2017.

Taxa média de juros registra alta acumulada em 2025

De acordo com o Banco Central, a taxa média de juros já acumula elevação de seis pontos percentuais ao longo de 2025. O indicador é calculado com base nas operações de crédito com recursos livres, que não incluem financiamentos habitacionais, crédito rural nem operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O patamar atual é o mais elevado em mais de oito anos, superando o nível observado no período recente e se aproximando do recorde histórico de 48,3% ao ano, registrado em 2017.

Diferença entre juros para empresas e pessoas físicas

Os dados mostram comportamentos distintos entre os segmentos. Nas operações realizadas por empresas, a taxa média de juros apresentou recuo, passando de 25,1% ao ano em outubro para 24,5% ao ano em novembro.

Já no crédito destinado às pessoas físicas, o movimento foi de alta. Os juros subiram de 58,5% ao ano para 59,4% ao ano no mesmo período, alcançando o maior nível desde agosto de 2017, quando chegaram a 62,3% ao ano.

Impacto da Selic elevada nos juros bancários

O Banco Central relaciona o comportamento da taxa média de juros ao patamar elevado da taxa básica da economia. A Selic foi mantida em 15% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária, nível considerado o mais alto em quase duas décadas. A política monetária restritiva tem como objetivo conter a inflação, mas também influencia diretamente o custo do crédito no sistema financeiro.

Cheque especial e cartão de crédito seguem com juros elevados

No cheque especial das pessoas físicas, a taxa de juros subiu de 139,1% ao ano em outubro para 141,7% ao ano em novembro, representando um aumento de 2,6 pontos percentuais em apenas um mês.

No cartão de crédito rotativo, a taxa média avançou de 439,8% ao ano para 440,5% ao ano. Mesmo com a limitação imposta pelo Conselho Monetário Nacional desde janeiro de 2024, que restringe o valor total da dívida a até 100% do saldo original, o crédito rotativo permanece como a linha mais cara do mercado financeiro.

Crédito bancário cresce em novembro

O volume total de crédito bancário no país alcançou R$ 7 trilhões em novembro, alta de 0,9% em relação ao mês anterior. O crédito destinado às empresas somou R$ 2,6 trilhões, com crescimento de 0,3%, enquanto o crédito às pessoas físicas avançou 1,2%, chegando a R$ 4,4 trilhões.

Entre os destaques do crédito livre às famílias estão o aumento nas operações com cartão de crédito, financiamento de veículos e compras no cartão à vista.

Inadimplência e endividamento seguem em níveis elevados

A taxa média de inadimplência total permaneceu em 3,8%, patamar próximo ao recorde histórico da série iniciada em 2011. Nas operações com pessoas físicas, o índice ficou em 4,7%, enquanto entre as empresas houve leve recuo para 2,3%.

O endividamento das famílias com os bancos atingiu 49,3% da renda acumulada em doze meses até outubro, o maior nível desde novembro de 2022.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Caixa leiloa imóveis com até 65% de desconto em todo o Brasil
Economia

Oportunidade: Caixa leiloa imóveis com até 65% de desconto em todo o Brasil

12 de novembro de 2025
Frango, ovos e carne suína ficarão mais caros com guerra no Irã, alerta ABPA
Economia

Frango, ovos e carne suína ficarão mais caros com guerra no Irã, alerta ABPA

25 de março de 2026
R$ 9,65 bilhões: poupança registra retirada recorde em outubro
Economia

R$ 9,65 bilhões: poupança registra retirada recorde em outubro

7 de novembro de 2025
Tarifas dos EUA deve aumentar o desemprego e afetar o preços dos alimentos, alerta analistas
Economia

Tarifas dos EUA deve aumentar o desemprego e afetar o preços dos alimentos, alerta analistas

10 de julho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?