Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: TJMT anula condenação por tentativa de feminicídio e determina soltura imediata de advogado em Cuiabá
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso

24 de abril de 2026 21:28

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > TJMT anula condenação por tentativa de feminicídio e determina soltura imediata de advogado em Cuiabá
Justiça

TJMT anula condenação por tentativa de feminicídio e determina soltura imediata de advogado em Cuiabá

última atualização: 28 de novembro de 2025 10:34
Jornalista Mauad
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução/ Olhar direto
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou o julgamento do Tribunal do Júri que havia condenado o advogado Nauder Junior Alves Andrade a 10 anos de prisão por tentativa de feminicídio qualificada contra a então namorada. A decisão, proferida na última quarta-feira, dia 26 de novembro, também determinou a imediata expedição de alvará de soltura do réu.

O relator do caso, desembargador Wesley Sanchez Lacerda, divergiu do veredito dos jurados, considerando que a decisão do Júri foi “manifestamente contrária às provas dos autos”.

O crime, ocorrido em agosto de 2018, apontava que o réu agrediu a vítima com socos, estrangulamento, chutes e golpes com barra de ferro, após ela se negar a ter relações sexuais. A denúncia do Ministério Público (MP) apontava homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, recurso que dificultou a defesa e feminicídio. O MP alegava que o acusado utilizou uma barra de ferro para golpear a vítima reiteradamente, revelando “dolo intenso e vontade homicida acentuada”.

Entretanto, a decisão do desembargador foi fundamentada no depoimento da própria vítima no plenário do Júri.

“A própria vítima, em plenário, foi clara ao afirmar que o apelante cessou voluntariamente as agressões e se afastou por iniciativa própria, o que permitiu, consequentemente, que ela buscasse socorro. Em nenhum momento, a vítima declarou que se esquivou”.

Com base na iniciativa voluntária de cessar as agressões, o TJMT determinou que o juízo de origem proceda com a soltura do advogado.

MEDIDAS CAUTELARES E HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA

Embora o advogado tenha sido liberado, foram impostas diversas medidas cautelares para proteger a vítima e garantir o andamento processual:

-Uso de tornozeleira eletrônica;

-Disponibilização de botão do pânico para a vítima; Proibição de aproximação a menos de 500 metros e proibição de contato com a vítima;

-Restrição a bares e boates, veto ao consumo de álcool e drogas;

-Impedimento de sair da comarca sem autorização.

A denúncia do MP detalha o histórico violento do acusado, citando que a vítima passou por uma madrugada de tortura e pânico.

O advogado, que havia sido condenado em 30 de junho em julgamento realizado no Tribunal do Júri de Cuiabá, será submetido a um novo julgamento perante o Tribunal do Júri, onde a tese de que o acusado cessou voluntariamente as agressões será reavaliada.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Justiça

Jovem de Cuiabá receberá em dobro por cobranças indevidas em app de transporte

6 de abril de 2026
Justiça

Ex-prefeito de Cuiabá é indiciado pela polícia por crime ambiental

30 de janeiro de 2025
Justiça

Mandante de sequestro e tortura, empresária ganha liberdade provisória em Mato Grosso; quatro envolvidos continuam presos

14 de novembro de 2025
Justiça

Tribunal de Justiça nega habeas corpus e mantém prisão de empresário

26 de agosto de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?