Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Governo Geral precisou de R$ 741 bilhões para fechar as contas em 2024
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 20:39

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Governo Geral precisou de R$ 741 bilhões para fechar as contas em 2024
Governo Lula

Governo Geral precisou de R$ 741 bilhões para fechar as contas em 2024

Governo Geral reduziu a necessidade de financiamento, mas ainda precisou de R$ 741,3 bilhões para equilibrar as contas em 2024.

Redação OPMT
Publicado em: 26 de novembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Governo Geral precisou de R$ 741 bilhões para fechar as contas em 2024
Compartilhar

As contas em 2024 do Governo Geral que envolvem União, estados e municípios mostraram uma necessidade de financiamento de R$ 741,3 bilhões, segundo dados divulgados pelo IBGE. As contas em 2024 refletem o cenário fiscal do país e indicam o quanto o setor público precisou se endividar para cumprir suas obrigações ao longo do ano.

Contas em 2024: queda na necessidade de financiamento

O estudo Estatísticas de Finanças Públicas e Conta Intermediária de Governo, elaborado pelo IBGE em parceria com o Tesouro Nacional e o Banco Central, apontou que a necessidade líquida de financiamento recuou 12,2% em comparação com 2023. Esse indicador mostra quanto foi necessário recorrer ao endividamento, já considerando os pagamentos de juros da dívida pública.

Distribuição da necessidade de financiamento

O levantamento detalha como o valor total de R$ 741,3 bilhões das contas em 2024 foi distribuído entre os entes da federação:

  • Governo Central: R$ 670,3 bilhões;

  • Governos estaduais: R$ 55,5 bilhões;

  • Governos municipais: R$ 15,5 bilhões.

O Governo Central abrange Executivo, Legislativo, Judiciário, Previdência Social, estatais dependentes e demais órgãos da administração direta e indireta.

Receita cresce acima das despesas em 2024

O relatório mostra que, dentro do cenário das contas em 2024, o recuo na necessidade de financiamento está ligado ao avanço das receitas, que cresceram 12,7% nominalmente, contra um aumento de 8,5% das despesas totais.

Crescimento da arrecadação

Entre os destaques da receita:

  • Arrecadação de impostos: alta de 16,3%;

  • Contribuições sociais: aumento de 8,2%;

Esse desempenho contribuiu para reduzir a pressão sobre o financiamento público.

Mesmo com avanço mais moderado, as despesas ainda exercem forte peso sobre as contas em 2024. O maior impacto veio dos benefícios previdenciários e assistenciais, que cresceram 6%. Dentro desse grupo, os benefícios assistenciais para idosos e pessoas com invalidez registraram expansão significativa, de 18,2%.

Peso dos juros na estrutura das contas

Outro ponto de destaque nas contas em 2024 é o gasto com juros da dívida pública. Em 2024, o Governo Geral desembolsou R$ 971 bilhões apenas com juros, montante equivalente a 52% de tudo o que o país gastou com benefícios previdenciários e assistenciais, que somaram R$ 1,9 trilhão.

As contas em 2024 revelam um cenário de redução na necessidade de financiamento, impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação. Porém, o alto gasto com juros e a pressão dos benefícios previdenciários e assistenciais continuam pesando de forma significativa sobre o orçamento público. Ainda que o resultado mostre melhora em relação ao ano anterior, o desafio fiscal permanece evidente para os próximos ciclos.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Governo Lula contrata usina da família de Kassab por R$ 28 bilhões
Governo Lula

Governo Lula contrata usina da família de Kassab por R$ 28 bilhões

16 de janeiro de 2026
A arrecadação federal apresentou crescimento real em 2025 e atingiu o maior valor já registrado desde o início da série histórica, em 1995. De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, o montante total arrecadado pelo governo federal somou R$ 2,887 trilhões, representando uma alta de 3,65% em comparação com o ano anterior, já descontada a inflação. Arrecadação federal atinge recorde histórico em 2025 O resultado anual consolidou o melhor desempenho da arrecadação federal desde que o governo passou a acompanhar os dados de forma sistemática. O avanço foi impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo medidas voltadas ao aumento da receita implementadas ao longo da atual gestão, além do comportamento da atividade econômica, que manteve um nível de resiliência mesmo diante de um cenário de política monetária restritiva. Durante boa parte do ano, o Banco Central manteve juros elevados como estratégia para conter pressões inflacionárias. Ainda assim, a economia apresentou desempenho considerado consistente, o que contribuiu para a ampliação da base de arrecadação de tributos federais. Evolução das receitas administradas pela Receita Federal Os recursos administrados diretamente pela Receita Federal, que englobam impostos, contribuições e demais tributos de competência da União, totalizaram R$ 2,763 trilhões em 2025. Esse volume representa um crescimento real de 4,27% em relação ao registrado em 2024, indicando expansão significativa na arrecadação dessas receitas. Esse desempenho reflete tanto a recuperação de setores econômicos quanto ajustes na legislação tributária e esforços de fiscalização e conformidade tributária realizados ao longo do período. Em contraste com o avanço das receitas sob gestão da Receita Federal, os valores arrecadados por outros órgãos apresentaram retração. Esse grupo de receitas, que tem forte influência dos royalties do petróleo, somou R$ 123,612 bilhões no acumulado do ano, registrando queda real de 8,40% na comparação anual. A redução está associada principalmente à variação nos preços internacionais do petróleo e ao comportamento da produção, fatores que impactam diretamente o volume de royalties transferidos aos cofres públicos. Desempenho da arrecadação federal em dezembro O último mês de 2025 também apresentou resultado positivo para a arrecadação federal. Em dezembro, o governo arrecadou R$ 292,724 bilhões, valor que representa crescimento real de 7,46% em relação ao mesmo mês do ano anterior, já descontada a inflação. O desempenho mensal reforça a tendência observada ao longo do ano, com receitas sustentadas por uma combinação de atividade econômica estável e medidas de reforço da arrecadação.
Governo Lula

Arrecadação federal atinge recorde histórico em 2025, maior em 31 anos

22 de janeiro de 2026
Governo apresentará em fevereiro, PL que resgata contribuição sindical, diz ministro
Governo Lula

Governo apresentará em fevereiro, PL que resgata contribuição sindical, diz ministro

14 de janeiro de 2025
Cesta básica subiu em 24 das 27 capitais do Brasil em janeiro
Governo Lula

Cesta básica subiu em 24 das 27 capitais do Brasil em janeiro, confirma DIEESE

10 de fevereiro de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?