*Sêmia Mauad/ Opinião MT
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está investigando o assassinato brutal do policial penal aposentado José Arlindo da Cunha, de 55 anos, ocorrido na noite do último sábado, 22 de novembro, no bairro Itororó, em Várzea Grande. O caso ganhou uma reviravolta com a morte de um segundo homem no Pronto-Socorro.
De acordo com as informações preliminares, a vítima teria saído de uma festa no bairro São Mateus e, em algum momento, se desentendido com um grupo de pessoas.
Após o desentendimento, vários indivíduos em outros veículos passaram a perseguir o policial penal. José Arlindo da Cunha foi alcançado na Rua 14, no bairro Itororó.
Os criminosos agiram com extrema violência. Primeiramente, eles agrediram José Arlindo. Em seguida, roubaram sua arma de fogo e, por fim, efetuaram disparos contra ele, que morreu no local.
Paralelamente ao homicídio do policial penal, a DHPP investiga a morte de Rivaldo Caetano da Silva, de 36 anos. Rivaldo deu entrada no Pronto-Socorro de Várzea Grande já sem vida, com ferimentos de arma de fogo.
A suspeita é que Rivaldo seja um dos envolvidos na execução de José Arlindo.
Rivaldo foi levado ao hospital por um homem que se apresentou como testemunha. Este homem informou à polícia que estava em uma borracharia próxima ao local do crime e foi solicitado a socorrer Rivaldo, que havia sido baleado.
A testemunha relatou que Rivaldo e o policial penal estavam caídos e feridos por arma de fogo. No entanto, Rivaldo ainda apresentava sinais de vida, razão pela qual foi levado às pressas ao Pronto-Socorro, onde morreu.
A DHPP trabalha para esclarecer a dinâmica completa dos fatos, confirmar o envolvimento de Rivaldo no homicídio do policial penal e identificar todos os outros indivíduos que participaram da perseguição e execução.

