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Leia: Premiado pelo STF, Mauro Cid tira tornozeleira e cumpre pena em regime aberto
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24 de abril de 2026 12:40

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Premiado pelo STF, Mauro Cid tira tornozeleira e cumpre pena em regime aberto
Brasília

Premiado pelo STF, Mauro Cid tira tornozeleira e cumpre pena em regime aberto

Mauro Cid retira tornozeleira eletrônica após decisão do STF e defesa busca extinção da pena por já ter cumprido tempo de prisão preventiva.

última atualização: 3 de novembro de 2025 15:56
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Premiado pelo STF, Mauro Cid tira tornozeleira e cumpre pena em regime aberto
Mauro Cid fez delação premiada e entregou todos os supostos envolvidos na tal trama para um golpe de estado em 2022. Imagem: TV Justiça.
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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, retirou a tornozeleira eletrônica nesta segunda-feira (3), após audiência realizada no Supremo Tribunal Federal (STF). O militar foi condenado a dois anos de reclusão em regime aberto por envolvimento na tentativa de um suposto golpe de 2022. A pena reduzida foi consequência de sua colaboração com as investigações, o que lhe garantiu o menor tempo de condenação entre os acusados do mesmo processo.

Mesmo em regime aberto, Mauro Cid ainda precisa seguir medidas cautelares impostas pela Justiça. Entre elas estão o recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, a proibição de deixar o país, de usar redes sociais e de manter contato com outros réus. Além disso, o militar segue impedido de portar arma de fogo enquanto durar o cumprimento da pena.

Defesa de Mauro Cid pede extinção da pena

De acordo com a ata do processo, a defesa do tenente-coronel informou que solicitará a extinção da pena, argumentando que Mauro Cid já teria cumprido todo o período previsto, considerando o tempo em que permaneceu preso preventivamente.

Na última quinta-feira (30), o ministro Alexandre de Moraes determinou o início do cumprimento da pena e autorizou o abatimento do tempo de prisão preventiva no cálculo total. Para isso, foram requisitadas certidões que comprovam o período exato em que o militar esteve detido.

Mauro Cid foi o único dos oito condenados pelo núcleo central da tentativa de golpe a não apresentar recurso contra a decisão do STF. A estratégia adotada por sua defesa visava acelerar o fim da ação penal e permitir o pedido de extinção da pena o quanto antes.

O militar havia sido preso preventivamente em maio de 2023, permanecendo nessa condição até setembro do mesmo ano, quando a prisão foi convertida em medidas cautelares. Desde então, Cid segue sob acompanhamento judicial e cumprimento das restrições impostas.

A retirada da tornozeleira eletrônica representa um novo capítulo na trajetória judicial de Mauro Cid, que busca encerrar de vez sua pena com o reconhecimento do tempo já cumprido em prisão preventiva. A decisão final sobre a extinção da condenação caberá ao Supremo Tribunal Federal, responsável por avaliar o pedido formalizado pela defesa.

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