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OpiniãoMT > Blog > Utilidade Pública > Contas externas do Brasil atinge rombo histórico em setembro, aponta Banco Central
Utilidade Pública

Contas externas do Brasil atinge rombo histórico em setembro, aponta Banco Central

Contas externas do Brasil registram déficit de US$ 9,8 bilhões em setembro, o maior desde 1995, segundo dados divulgados pelo Banco Central.

última atualização: 24 de outubro de 2025 14:21
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Contas externas do Brasil atinge rombo histórico em setembro, aponta Banco Central
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As contas externas do Brasil registraram um déficit de US$ 9,8 bilhões em setembro, o maior já observado para o mês desde o início da série histórica do Banco Central (BC), em 1995. O resultado, divulgado nesta sexta-feira (24), representa um aumento de 32% em relação ao mesmo período de 2024, quando o saldo negativo havia sido de US$ 7,4 bilhões.

De acordo com o BC, a piora nas contas externas foi influenciada pela redução nas exportações, pelo aumento no envio de rendas ao exterior e pelo déficit persistente na conta de serviços, fatores que pressionaram o resultado geral do balanço de pagamentos do país.

Queda nas exportações e aumento de remessas pesam no resultado

Um dos principais fatores para o rombo nas contas externas do Brasil foi a queda da balança comercial. Em setembro deste ano, o superavit comercial caiu para US$ 2,32 bilhões, quase metade do resultado registrado no mesmo mês de 2024, quando havia atingido US$ 4,52 bilhões.

Outro ponto de destaque foi a renda primária das famílias, que inclui remessas de lucros, juros e dividendos enviados ao exterior. Essa conta apresentou déficit de US$ 7,64 bilhões, superior aos US$ 6,69 bilhões registrados um ano antes.

O saldo de serviços também permaneceu negativo, somando US$ 4,9 bilhões. Apesar do valor ainda elevado, houve leve melhora em relação ao déficit de US$ 5,5 bilhões observado em setembro do ano passado.

Rombo anual cresce e chega a 3,6% do PIB

No acumulado de 12 meses até setembro, o déficit em transações correntes chegou a US$ 78,9 bilhões, o equivalente a 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado é superior ao registrado em agosto, de US$ 76,6 bilhões, e bem acima do percentual de 2,2% observado no mesmo período de 2024.

Especialistas destacam que o avanço do déficit reforça o impacto da desaceleração do comércio internacional e da dependência de remessas de rendas, fatores que pressionam as contas externas do Brasil.

Investimentos estrangeiros diretos registram alta

Apesar do aumento do déficit, o país continua a atrair investimentos diretos estrangeiros. Em setembro, o Investimento Direto no País (IDP) alcançou US$ 10,7 bilhões, o maior valor já registrado para o mês na série do Banco Central.

A maior parte dos aportes veio da participação de capital em empresas brasileiras, somando US$ 4,2 bilhões sem considerar lucros reinvestidos. Outros US$ 4,6 bilhões foram contabilizados como reinvestimentos de lucros e US$ 1,9 bilhão em operações entre companhias do mesmo grupo econômico.

Nos últimos 12 meses, o IDP totalizou US$ 75,8 bilhões, o que equivale a 3,4% do PIB, resultado superior ao valor de agosto, de US$ 69 bilhões.

Os dados mais recentes do Banco Central mostram que as contas externas do Brasil enfrentam um desequilíbrio crescente, marcado por déficits expressivos em transações correntes e queda no superavit comercial. No entanto, o aumento do investimento estrangeiro direto demonstra que o país ainda mantém um certo grau de confiança junto aos investidores internacionais, mesmo diante do cenário global desafiador e da volatilidade econômica interna.

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