Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e ultrapassa 1,7 milhão no Brasil, aponta IBGE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Elefante Sandro chega ao santuário em Chapada dos Guimarães após viagem de 1,6 mil quilômetros; VEJA VÍDEO
Polícia Civil desmantela esquema familiar de agiotagem com juros de até 20% ao mês e extorsão em Cuiabá (MT); VEJA VÍDEOS
Sequestro relâmpago de motorista termina com assaltante morto pela PM e caminhonete recuperada em Rondonópolis (MT)
Pai mata esposa com cerca de 40 facadas e bebê de 4 meses com cinco golpes no interior do estado
Prefeitura de Cuiabá realiza leilão de 633 veículos apreendidos nos dias 24 e 25 de setembro

20 de setembro de 2026 07:12

OpiniãoMT > Blog > Economia > Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e ultrapassa 1,7 milhão no Brasil, aponta IBGE
Economia

Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e ultrapassa 1,7 milhão no Brasil, aponta IBGE

O Brasil registra aumento de 25% no número de trabalhadores por aplicativo em 2024, segundo dados do IBGE.

Redação OPMT
Publicado em: 18 de outubro de 2025
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Número de trabalhadores por aplicativo cresce 25% e ultrapassa 1,7 milhão no Brasil, aponta IBGE
Compartilhar

O número de trabalhadores por aplicativo aumentou significativamente em 2024, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que o total de pessoas que utilizam plataformas digitais como principal fonte de renda subiu de 1,3 milhão em 2022 para quase 1,7 milhão em 2024 — um crescimento de 25,4%, o que representa 335 mil novos profissionais.

Esse avanço também elevou a participação dos trabalhadores por aplicativo no total da população ocupada no país. Em 2022, eles representavam 1,5% dos 85,6 milhões de ocupados; em 2024, passaram a corresponder a 1,9% dos 88,5 milhões de trabalhadores brasileiros.

De acordo com o analista do IBGE, Gustavo Fontes, o aumento está ligado à flexibilidade e à possibilidade de maior autonomia financeira. “A escolha dos dias e horários de trabalho, além da liberdade de atuação, pode ser um fator determinante para essa expansão”, explicou.

Crescimento dos trabalhadores por aplicativo no Brasil

O estudo do IBGE identificou quatro principais modalidades de aplicativos usados pelos trabalhadores:

– Transporte particular de passageiros (exceto táxi): 53,1%;

– Entrega de alimentos e produtos: 29,3%;

– Prestação de serviços gerais ou profissionais: 17,8%;

– Aplicativos de táxi: 13,8%.

Dentro da categoria de serviços profissionais, estão incluídos profissionais como designers, tradutores e médicos que atuam via telemedicina. A pesquisa mostra ainda que 72,1% dos trabalhadores por aplicativo são motoristas ou motociclistas, classificados como operadores de máquinas e montadores.

A informalidade é um dos aspectos mais marcantes do setor. Enquanto 44,3% da população ocupada no Brasil é informal, entre os trabalhadores por aplicativo esse número sobe para 71,1%. O IBGE considera informais os profissionais sem carteira assinada ou que trabalham por conta própria sem CNPJ.

Entre os trabalhadores que atuam por aplicativos:

– 86,1% são autônomos;

– 6,1% são empregadores;

– 3,9% trabalham sem carteira;

– 3,2% possuem registro formal.

O levantamento aponta que a proporção de autônomos entre os plataformizados é três vezes maior do que na população ocupada geral.

Perfil dos profissionais de aplicativos

Segundo o IBGE, o perfil dos trabalhadores por aplicativo é predominantemente masculino: 83,9% são homens, enquanto as mulheres representam 16,1%. O pesquisador Gustavo Fontes associa essa diferença ao fato de as atividades mais comuns — como transporte e entregas — serem tradicionalmente exercidas por homens.

A maior parte dos trabalhadores está entre 25 e 39 anos (47,3%), seguida por aqueles de 40 a 59 anos (36,2%). Em relação à escolaridade, seis em cada dez possuem ensino médio completo ou superior incompleto.

Distribuição por nível de instrução:

– Médio completo e superior incompleto: 59,3%;

– Superior completo: 16,6%;

– Fundamental completo e médio incompleto: 14,8%;

– Sem instrução e fundamental incompleto: 9,3%.

O estudo também aponta uma concentração regional significativa. O Sudeste reúne 53,7% dos trabalhadores por aplicativo, seguido pelo Nordeste (17,7%), Sul (12,1%), Centro-Oeste (9%) e Norte (7,5%). O Sudeste é a única região onde a participação desses trabalhadores supera a média nacional, com 2,2% da população ocupada.

Metodologia e abrangência do estudo

A pesquisa foi realizada no terceiro trimestre de 2024, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Ministério Público do Trabalho (MPT). O IBGE considerou apenas pessoas que têm os aplicativos como principal forma de trabalho, excluindo quem utiliza essas plataformas apenas para complementar renda.

O levantamento é classificado como experimental, por ainda estar em fase de teste. A próxima edição, prevista para 2025, deve incluir também plataformas de comércio eletrônico.

O levantamento do IBGE revela uma tendência clara: o trabalho mediado por aplicativos está consolidado no mercado brasileiro e segue em expansão. Apesar das vantagens de flexibilidade e autonomia, os trabalhadores por aplicativo ainda enfrentam altos índices de informalidade e incertezas jurídicas, desafios que permanecem no centro das discussões sobre o futuro do trabalho digital no país.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Cesta básica subiu em 14 capitais brasileiras em fevereiro
Economia

Cesta básica subiu em 14 capitais brasileiras em fevereiro

7 de março de 2024
R$ 4,91 - dólar cai e tem a menor cotação desde 2024
Economia

R$ 4,91: dólar cai e tem a menor cotação desde janeiro de 2024

5 de maio de 2026
Pix torna-se a principal forma de pagamento no Brasil, aponta Banco Central
Economia

Pix torna-se a principal forma de pagamento no Brasil, aponta Banco Central

4 de dezembro de 2024
Preço da Cesta Básica subiu em 13 capitais Brasileiras em junho de 2024
Economia

Preço da Cesta Básica subiu em 13 capitais Brasileiras em junho de 2024

5 de julho de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?