Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Investigação confirma que PCC usava 60 motéis para lavar dinheiro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Número de feminicídios bateu recorde em 2025, maior desde 2015
Após 2 mil ameaças de morte, Flávio Bolsonaro triplica segurança
Três acusados de envolvimento na morte do advogado vão a júri popular em Cuiabá
Polícia Civil desarticula esquema de tráfico de drogas e cumpre mandados em Rondonópolis e Poxoréu (MT); VEJA VÍDEO
Rondonópolis sedia audiência pública do TRE-MT sobre as Eleições Gerais de 2026 nesta sexta-feira

23 de julho de 2026 09:35

OpiniãoMT > Blog > Polícia > Investigação confirma que PCC usava 60 motéis para lavar dinheiro
Polícia

Investigação confirma que PCC usava 60 motéis para lavar dinheiro

Receita e MPSP investigam motéis usados pelo PCC para lavar dinheiro e movimentar milhões em SP.

Redação OPMT
Publicado em: 25 de setembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Investigação confirma que PCC usava 60 motéis para lavar dinheiro
A Operação Spare cumpriu 25 mandados na Região Metropolitana de São Paulo. Imagem: Receita Federal.
Compartilhar

Uma investigação conjunta da Receita Federal e do Ministério Público de São Paulo (MPSP) revelou que cerca de 60 motéis foram utilizados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) como parte de um esquema de lavagem de dinheiro. Esses estabelecimentos, registrados em nome de laranjas, movimentaram mais de R$ 450 milhões entre 2020 e 2024, evidenciando a complexidade da operação criminosa.

A utilização de motéis para lavar dinheiro integra um esquema mais amplo que inclui combustíveis, jogos de azar e outros negócios ligados à facção.

Motéis para lavar dinheiro e movimentação financeira irregular

De acordo com a Receita Federal, diversos motéis operavam com uma movimentação financeira muito superior à declarada oficialmente. Em alguns casos, um único estabelecimento chegou a distribuir 64% da receita bruta declarada aos sócios, todos ligados à facção.

Restaurantes dentro desses motéis, que possuíam CNPJs próprios, também integravam o esquema, registrando faturamentos milionários e repassando parte significativa dos lucros aos envolvidos.

Além dos motéis, o PCC ampliou suas operações para franquias e o setor de construção civil. A movimentação total das empresas envolvidas chegou a R$ 1 bilhão, embora apenas R$ 550 milhões tenham sido registrados em notas fiscais. 

Durante o período investigado, foram recolhidos R$ 25 milhões em tributos federais, enquanto R$ 88 milhões em lucros foram distribuídos entre os sócios. Entre os bens adquiridos pelo grupo estão um iate de 23 metros, um helicóptero, um Lamborghini Urus e terrenos avaliados em mais de R$ 20 milhões.

Liderança do esquema e atuação em combustíveis

O empresário Flávio Silvério Siqueira, conhecido como Flavinho, é apontado como líder do esquema e já era investigado por adulteração de combustíveis. A Receita identificou 267 postos ativos vinculados ao grupo, que movimentaram R$ 4,5 bilhões, porém recolheram apenas 0,1% em tributos, evidenciando a extensão das fraudes fiscais.

A Operação Spare cumpriu 25 mandados na Região Metropolitana de São Paulo e no interior do estado, contando com 64 servidores da Receita, 28 do MPSP e cerca de cem policiais militares. As investigações também apontaram fraudes em declarações de Imposto de Renda, com retificações irregulares que inflaram patrimônios em R$ 120 milhões.

O esquema ainda possui conexões com outras operações contra o crime organizado, como Carbono Oculto e Rei do Crime, e ações recentes como a Operação Cadeia de Carbono, que apreendeu cargas de petróleo avaliadas em R$ 240 milhões no Porto do Rio.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Polícia

Casal morre e duas crianças são socorridas após acidente na MT-351, em Chapada dos Guimarães

9 de junho de 2025
Polícia

População espanca homem suspeito de abusar de adolescente; crime aconteceu em Várzea Grande

25 de junho de 2024
Polícia

Polícia Civil desarticula esquema de extorsão que causou prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a servidora em Mato Grosso

21 de julho de 2026
Polícia

Policial é suspeito de executar advogado em Cuiabá; segundo a polícia, ele teria envolvimento com execuções por disputas de terra

31 de julho de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?