Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Nova regra do Governo Lula pode inviabilizar o uso de placas solares no Brasil
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Motorista investigado por morte em acidente na Isaac Póvoas retorna à Deletran e evita imprensa em Cuiabá; VEJA VÍDEO
TRE-MT funcionará em regime de plantão no feriado de 7 de Setembro devido ao período eleitoral
Alunos transformam telhas descartadas em obras de arte inspiradas no Folclore Brasileiro em Várzea Grande
ARTIGO: Pecuária em MT e o exterior; No ano anterior, a exportação chegou a 77 países e atingiu 88 países
Phenom 300EV: Embraer lança jato que consegue pousar sozinho

6 de setembro de 2026 07:21

OpiniãoMT > Blog > Agronegócio > Nova regra do Governo Lula pode inviabilizar o uso de placas solares no Brasil
Agronegócio

Nova regra do Governo Lula pode inviabilizar o uso de placas solares no Brasil

Setor de energia solar acompanha votação da MP 1.300/2025, que pode reduzir benefícios da geração distribuída e abrir debate sobre pena de morte tarifária.

Redação OPMT
Publicado em: 17 de setembro de 2025
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Nova regra do Governo Lula pode inviabilizar o uso de placas solares no Brasil
Compartilhar

O debate sobre a pena de morte aplicada a benefícios da energia solar ganhou força nesta quarta-feira (17), quando a Câmara dos Deputados e o Senado se reúnem para votar a Medida Provisória (MP) 1.300/2025. A proposta altera regras tarifárias no setor elétrico e levanta preocupações sobre os impactos na geração distribuída, especialmente para consumidores que investiram em placas solares.

Preocupação com mudanças na geração distribuída

O texto da MP traz pontos que geraram forte reação do setor. Entre eles está o item III do parágrafo 9º do artigo 1º, que abre espaço para a criação de tarifas multipartes. Na prática, isso permitiria a cobrança de custos do sistema de distribuição, mesmo quando os consumidores que produzem sua própria energia não utilizam a rede.

Outro aspecto controverso é o parágrafo 10º, que concede à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a possibilidade de tornar obrigatória a aplicação dessas novas tarifas. Para representantes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a medida ameaça a previsibilidade e pode afastar novos investimentos no setor.

Impactos financeiros e críticas no congresso

Segundo o deputado federal Lúcio Mosquini (MDB-RO), a proposta pode reduzir em até 70% a economia obtida pelos consumidores que utilizam energia solar. “O texto prevê que, de cada real gerado, apenas 30% será aproveitado. Hoje, o aproveitamento chega a 80%”, afirmou em suas redes sociais.

No início do mês, o relator da MP, deputado Fernando Coelho Filho (União-PE), apresentou parecer priorizando apenas a ampliação da Tarifa Social de Energia Elétrica, deixando pontos mais polêmicos para outra medida provisória, a MP 1.304/2025.

Mobilização do setor de energia solar

A votação, inicialmente marcada para terça-feira (16), foi adiada após reunião de líderes com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Representantes do setor acompanharam de perto a tramitação, buscando garantir que a Lei nº 14.300/2022, que estabeleceu o marco legal da geração distribuída, seja preservada.

A vice-presidente da Absolar, Bárbara Rubim, e o deputado Pedro Uczai (PT-SC) destacaram que o relator assumiu compromisso de retirar o parágrafo 10º do texto, considerado um dos pontos mais prejudiciais. “A geração distribuída continua sendo prioridade no Brasil”, reforçou Uczai.

Para especialistas e empresários do setor, a possibilidade de tarifas multipartes representa uma espécie de pena de morte para a atratividade dos investimentos em energia solar. A expectativa é que, caso aprovada da forma atual, a MP reduza drasticamente os ganhos de consumidores residenciais e corporativos.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Estudo mostra que 60% das menções feitas ao Agro nos livros escolares são negativas
Agronegócio

Estudo mostra que 60% das menções feitas ao Agro nos livros escolares são negativas

5 de dezembro de 2024
BNDES prevê R$ 72 bilhões para o Plano Safra 2026-2027
Agronegócio

BNDES prevê R$ 72 bilhões para o Plano Safra 2026/2027

10 de julho de 2026
Menos carne na mesa Produção de ovos bate recorde em 2024, diz IBGE
Agronegócio

Menos carne na mesa: Produção de ovos bate recorde em 2024, diz IBGE

6 de dezembro de 2024
China intensifica compra de soja brasileira e preço de óleo no supermercado deve subir
Agronegócio

China intensifica compra de soja brasileira; preço do óleo e derivados devem subir

11 de abril de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?