Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Polymarket: governo proíbe site de apostas que mostrava Flávio Bolsonaro na frente
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO

25 de abril de 2026 07:18

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Economia

Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE

De acordo com dados do IBGE, a taxa de desemprego do Brasil caiu para 5,6% e atingiu o menor patamar da série histórica.

última atualização: 16 de setembro de 2025 14:08
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Compartilhar

A taxa de desemprego do Brasil registrou queda e alcançou 5,6% no trimestre de maio a julho de 2025, o menor índice desde o início da série histórica em 2012. O resultado, divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (16), reflete a redução de 1 ponto percentual em comparação ao período anterior, quando estava em 6,6%. Em números absolutos, 6,1 milhões de pessoas estavam desocupadas no país.

Taxa de desemprego do Brasil em queda histórica

De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego do Brasil ficou abaixo das expectativas do mercado, que projetava 5,7%. A marca superou o recorde anterior, registrado no trimestre encerrado em junho, de 5,8%. Na comparação anual, a redução foi de 1,2 ponto percentual.

O recuo expressivo da desocupação ocorreu mesmo em um cenário de juros elevados. A taxa Selic, que está em 15% ao ano desde junho, permanece em dois dígitos desde fevereiro de 2022.

Para analistas do IBGE, a queda na taxa de desemprego do Brasil contribuiu para impulsionar a economia. O PIB do segundo trimestre teve reflexo positivo do consumo das famílias, que avançou 0,5% frente ao período anterior.

A população desocupada, de 6,1 milhões, apresentou queda de 14,2% em relação ao trimestre encerrado em abril, o que representa 1 milhão de pessoas a menos em busca de trabalho. Em um ano, a redução foi de 16%, com 1,2 milhão de brasileiros saindo da condição de desemprego.

Subutilização da força de trabalho

A taxa de subutilização, que considera trabalhadores desocupados, subocupados ou disponíveis que não buscaram emprego, caiu para 14,1%, o menor patamar já registrado. Esse percentual recuou 1,3 ponto em relação ao trimestre anterior e 2,1 pontos em comparação ao mesmo período do ano passado.

A população subutilizada ficou em 16,1 milhões de pessoas, queda de 8,8% no trimestre e 12,4% no acumulado de 12 meses. Dentro desse grupo, os desalentados – pessoas que desistiram de procurar emprego – somaram 2,7 milhões, queda de 11% frente ao trimestre anterior e de 15% em relação a 2024.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas com algum tipo de ocupação atingiu 102,4 milhões, o maior da série histórica. O aumento foi de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 2,4% em 12 meses.

Entre os trabalhadores com carteira assinada no setor privado, foram registrados 39,1 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e com crescimento de 3,5% em um ano. Já o setor público alcançou 12,9 milhões de empregados, avanço tanto na comparação trimestral quanto anual.

Os trabalhadores por conta própria chegaram a 25,9 milhões, também recorde, com alta de 1,9% no trimestre e 4,2% no período anual.

Informalidade em alta

A taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, reunindo 38,8 milhões de trabalhadores. Esse número representa ligeira elevação em relação ao trimestre anterior (38,5 milhões) e estabilidade na comparação com 2024.

O rendimento médio real mensal subiu para R$ 3.484, o maior valor desde o início da série histórica. O crescimento foi de 1,3% em relação ao trimestre anterior e de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A massa de rendimento real totalizou R$ 352,3 bilhões, também recorde, com expansão de 2,5% frente ao trimestre anterior e de 6,4% em um ano.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Arrecadação de impostos do governo federal em outubro é a maior em 30 anos
Economia

Arrecadação de impostos do governo federal em outubro é a maior em 30 anos

21 de novembro de 2024
Brasil vive uma das maiores fugas de milionários da história em 2025
Economia

Brasil vive uma das maiores fugas de milionários da história em 2025

1 de julho de 2025
Taxa de juros deve voltar a 15% em 2025, aponta Febraban
Economia

SELIC: Taxa de juros deve voltar a 15% em 2025, aponta Febraban

2 de janeiro de 2025
Economia

Consumidores devem ficar atentos a golpes e pesquisar preços de produtos durante Black Friday

18 de novembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?