Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs e amplia faturamento
Justiça torna 12 pessoas rés por queda de avião da Voepass que matou 62 pessoas
Malha fina: Receita Federal notifica 498,5 mil contribuintes
Dengue: cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta
Depoimento de vereador revela bastidores de suposta propina de R$ 500 mil pelo DAE e R$ 100 mil em sacola em Várzea Grande (MT)

21 de outubro de 2026 21:24

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Economia

Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE

De acordo com dados do IBGE, a taxa de desemprego do Brasil caiu para 5,6% e atingiu o menor patamar da série histórica.

Redação OPMT
Publicado em: 16 de setembro de 2025
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Taxa de desemprego do Brasil recua e atinge 5,6%, aponta IBGE
Compartilhar

A taxa de desemprego do Brasil registrou queda e alcançou 5,6% no trimestre de maio a julho de 2025, o menor índice desde o início da série histórica em 2012. O resultado, divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (16), reflete a redução de 1 ponto percentual em comparação ao período anterior, quando estava em 6,6%. Em números absolutos, 6,1 milhões de pessoas estavam desocupadas no país.

Taxa de desemprego do Brasil em queda histórica

De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego do Brasil ficou abaixo das expectativas do mercado, que projetava 5,7%. A marca superou o recorde anterior, registrado no trimestre encerrado em junho, de 5,8%. Na comparação anual, a redução foi de 1,2 ponto percentual.

O recuo expressivo da desocupação ocorreu mesmo em um cenário de juros elevados. A taxa Selic, que está em 15% ao ano desde junho, permanece em dois dígitos desde fevereiro de 2022.

Para analistas do IBGE, a queda na taxa de desemprego do Brasil contribuiu para impulsionar a economia. O PIB do segundo trimestre teve reflexo positivo do consumo das famílias, que avançou 0,5% frente ao período anterior.

A população desocupada, de 6,1 milhões, apresentou queda de 14,2% em relação ao trimestre encerrado em abril, o que representa 1 milhão de pessoas a menos em busca de trabalho. Em um ano, a redução foi de 16%, com 1,2 milhão de brasileiros saindo da condição de desemprego.

Subutilização da força de trabalho

A taxa de subutilização, que considera trabalhadores desocupados, subocupados ou disponíveis que não buscaram emprego, caiu para 14,1%, o menor patamar já registrado. Esse percentual recuou 1,3 ponto em relação ao trimestre anterior e 2,1 pontos em comparação ao mesmo período do ano passado.

A população subutilizada ficou em 16,1 milhões de pessoas, queda de 8,8% no trimestre e 12,4% no acumulado de 12 meses. Dentro desse grupo, os desalentados – pessoas que desistiram de procurar emprego – somaram 2,7 milhões, queda de 11% frente ao trimestre anterior e de 15% em relação a 2024.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas com algum tipo de ocupação atingiu 102,4 milhões, o maior da série histórica. O aumento foi de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 2,4% em 12 meses.

Entre os trabalhadores com carteira assinada no setor privado, foram registrados 39,1 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e com crescimento de 3,5% em um ano. Já o setor público alcançou 12,9 milhões de empregados, avanço tanto na comparação trimestral quanto anual.

Os trabalhadores por conta própria chegaram a 25,9 milhões, também recorde, com alta de 1,9% no trimestre e 4,2% no período anual.

Informalidade em alta

A taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, reunindo 38,8 milhões de trabalhadores. Esse número representa ligeira elevação em relação ao trimestre anterior (38,5 milhões) e estabilidade na comparação com 2024.

O rendimento médio real mensal subiu para R$ 3.484, o maior valor desde o início da série histórica. O crescimento foi de 1,3% em relação ao trimestre anterior e de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A massa de rendimento real totalizou R$ 352,3 bilhões, também recorde, com expansão de 2,5% frente ao trimestre anterior e de 6,4% em um ano.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

SEBRAE: Dia das Mães movimentará cerca de R$ 523 milhões em Mato Grosso
Economia

SEBRAE: Dia das Mães movimentará cerca de R$ 523 milhões em Mato Grosso

29 de abril de 2024
Juro do rotativo do cartão de crédito vai a 432,3%, maior patamar de 2024
Economia

Juro do rotativo do cartão de crédito vai a 432,3%, maior patamar de 2024

29 de agosto de 2024
Pânico Mundial - dólar em R$ 5,80 e queda nas principais bolsas do mundo
Economia

Pânico Mundial: dólar em R$ 5,80 e queda nas principais bolsas do mundo

5 de agosto de 2024
70% da população não consegue quitar as despesas do mês, aponta DataFolha
Economia

70% da população não consegue quitar as despesas do mês, aponta DataFolha

27 de abril de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?