O debate sobre a anistia que hoje domina o cenário nacional não nasceu de um crime real, mas de uma narrativa construída lá atrás: a mentira de que houve um golpe de Estado. Essa versão distorcida dos fatos foi repetida tantas vezes que acabou moldando processos, prisões e julgamentos, mesmo sem provas consistentes de uma tentativa organizada de ruptura institucional. Ao se sustentar nesse enredo, criou-se um clima de perseguição política, criminalizando cidadãos e líderes que apenas exerceram seu direito de manifestação e questionamento. É justamente por isso que agora a sociedade se vê diante da necessidade de discutir a anistia: não para absolver culpados de um golpe inexistente, mas para corrigir uma injustiça que nasceu de uma mentira.
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