Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: “Primo” e “Beto Louco”: os chefões do esquema do PCC no setor de combustíveis
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso

24 de abril de 2026 16:58

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasil > “Primo” e “Beto Louco”: os chefões do esquema do PCC no setor de combustíveis
Brasil

“Primo” e “Beto Louco”: os chefões do esquema do PCC no setor de combustíveis

Operação Carbono Oculto desmantela esquema do PCC em combustíveis, com fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e mais de 350 investigados.

última atualização: 28 de agosto de 2025 16:18
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Primo e “Beto Louco - os chefões do esquema do PCC no setor de combustíveis
Compartilhar

Uma megaoperação deflagrada nesta quinta-feira (28) em oito estados brasileiros expôs um sofisticado esquema do PCC que movimentava bilhões no setor de combustíveis, açúcar e álcool. A investigação aponta a atuação da facção criminosa em toda a cadeia produtiva, desde usinas até postos de combustíveis e lojas de conveniência.

Como funcionava o esquema do PCC

As autoridades identificaram que o grupo comandado por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo” ou “João”, e por Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, estruturou um modelo de negócios criminoso que incluía fraudes fiscais, adulteração de combustíveis e lavagem de capitais.

Mohamad é apontado como o principal líder. Segundo as investigações, ele utilizava empresas do setor para disfarçar a origem ilícita dos recursos, ocultar patrimônio e gerar créditos tributários irregulares. Entre as companhias sob seu controle estavam a Copape e a distribuidora Aster, usadas para inflar preços e manipular transações.

Já Roberto, o “Beto Louco”, cuidava da parte operacional, coordenando atividades de falsificação documental, fraudes fiscais e movimentação de capitais ilícitos.

Operação Carbono Oculto

Batizada de Carbono Oculto, a operação mobilizou cerca de 1.400 agentes nos estados de São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Receita Federal estimam que a organização tenha sonegado aproximadamente R$ 7,6 bilhões.

Postos adulterados e fundos de investimento

As investigações revelaram mais de 300 postos envolvidos na adulteração de combustíveis, mas o impacto pode atingir até 2.500 estabelecimentos em São Paulo, o equivalente a 30% do total no estado.

Além disso, foram identificados ao menos 40 fundos de investimento controlados por integrantes da facção, somando R$ 30 bilhões. Os recursos eram usados para ocultar bens, disfarçar transações e garantir a expansão do grupo no mercado.

Crimes investigados

Mais de 350 pessoas físicas e jurídicas são investigadas por crimes que vão desde fraudes fiscais e adulteração de combustíveis até estelionato, crimes ambientais e lavagem de dinheiro. Parte dos valores obtidos foi utilizada na compra de usinas e distribuidoras, ampliando a rede controlada pelo grupo criminoso. Empresários chegaram a ser coagidos a vender seus negócios por preços abaixo do mercado, sob ameaça de violência.

A operação contou com a participação conjunta do MP-SP, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Procuradoria-Geral do Estado. Ministérios Públicos de outros estados também colaboraram no cumprimento dos mandados.

A operação Carbono Oculto representa um dos maiores golpes contra o esquema do PCC no setor de combustíveis. O levantamento bilionário, a infiltração no mercado financeiro e a presença em toda a cadeia produtiva reforçam a complexidade das atividades da facção. As investigações seguem em andamento para responsabilizar os envolvidos e desarticular de forma definitiva a estrutura criminosa.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Cantor Leonardo é processado por compradores de imóveis em Mato Grosso
Brasil

Cantor Leonardo é processado por compradores de imóveis em Mato Grosso

9 de março de 2025
Lula viaja ao Canadá onde participará da Cúpula do G7
Brasil

Lula viaja ao Canadá onde participará da Cúpula do G7

11 de junho de 2025
Novo recorde - Amazônia teve 2,5 milhões de hectares queimados em agosto
Brasil

Novo recorde: Amazônia teve 2,5 milhões de hectares queimados em agosto

26 de agosto de 2024
Justiça nega recurso e mantém candidatura de Pablo Marçal em São Paulo
Brasil

Justiça nega recurso e mantém candidatura de Pablo Marçal em São Paulo

27 de agosto de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?