*Sêmia Mauad/ Opinião MT
Um caso de desaparecimento ganhou contornos ainda mais graves. Ariane da Silva Cerqueira, de 27 anos, e seu bebê de apenas 1 ano, G.C.L., que estavam desaparecidos desde o último sábado, dia 09 de agosto, foram encontrados na noite desta quarta-feira, dia 13 de agosto, pela polícia.
A situação da mulher é alarmante: ela foi encontrada com sinais de tortura, incluindo vários hematomas no corpo e no rosto, além de um braço quebrado, e precisou ser internada para uma cirurgia no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.
O bebê, por outro lado, foi encontrado fisicamente bem, mas estava visivelmente abalado. Após passar por uma avaliação pediátrica, ele foi liberado e está sob os cuidados de familiares da vítima.
A família, natural de Maceió (AL), havia se mudado recentemente para Mato Grosso e foi vista pela última vez no bairro Jacarandá, em Várzea Grande. O marido de Ariane e pai do bebê, José Wallefe dos Santos Lins, de 28 anos, continua desaparecido.
A principal linha de investigação, segundo familiares, aponta para um provável envolvimento do casal com facções criminosas.
O caso está sendo investigado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalha para entender as circunstâncias do desaparecimento.

