Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Google estuda limitar operações no Brasil se STF regular redes sociais
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 04:43

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasil > Google estuda limitar operações no Brasil se STF regular redes sociais
Brasil

Google estuda limitar operações no Brasil se STF regular redes sociais

Google Brasil apoia mudanças no Marco Civil da Internet, mas alerta para riscos de censura e impacto nas operações no país.

última atualização: 24 de junho de 2025 14:49
Redação OPMT
Compartilhar
5 Minutos de Leitura
Google estuda limitar operações no Brasil se STF regular redes sociais
Compartilhar

O Google Brasil se posicionou favorável a uma proposta que prevê exceções no artigo 19 do Marco Civil da Internet, incluindo crimes como exploração infantil, terrorismo e outros delitos graves. A declaração foi feita por Fábio Coelho, presidente da empresa no país, durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. No entanto, o executivo também alertou que, dependendo da forma como a mudança for implementada, a empresa pode limitar parte de suas operações no Brasil.

Google Brasil defende alterações no Marco Civil, mas com ressalvas

A proposta em debate estabelece que as plataformas digitais poderão ser responsabilizadas civilmente por conteúdos prejudiciais que não forem removidos após uma notificação extrajudicial, sem que haja uma decisão judicial prévia.

De acordo com Fábio Coelho, embora o Google Brasil apoie ajustes que reforcem o combate a conteúdos ilícitos, ele acredita que mudanças muito abrangentes podem gerar efeitos colaterais severos, afetando diretamente o funcionamento das plataformas no país.

“Dependendo de como for essa atualização do artigo 19, isso pode nos tornar um pouco menos partícipes de todas as discussões que ocorrem no Brasil e nos levar a remover mais conteúdo no país”, afirmou.

Outro ponto destacado pelo presidente do Google Brasil foi a recente adesão da empresa ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Segundo ele, essa decisão surgiu após um criterioso processo de análise interna, que levou em conta a importância de fortalecer práticas éticas na publicidade digital.

A reforma conduzida por Sérgio Pompilio, atual presidente do Conar, abriu espaço para uma participação mais ativa de empresas de tecnologia na construção de diretrizes para o setor digital.

Coelho ainda garantiu que a política de anúncios da companhia já está alinhada com o código de ética do Conar, reforçando o compromisso com uma publicidade mais transparente e responsável no Brasil.

“O Brasil é um mercado grande para o Google, e não nos furtamos da nossa responsabilidade como líder no mercado digital”, ressaltou.

Debate no STF e impactos sobre as plataformas

Ao ser questionado sobre a discussão que ocorre no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilização das plataformas digitais, Fábio Coelho destacou que a aproximação do Google Brasil com o Conar não tem relação direta com esse tema.

Ele defende que cabe exclusivamente ao Poder Judiciário decidir o que deve ou não ser removido da internet, e não às plataformas privadas. Na visão do executivo, permitir que empresas decidam sobre a remoção de conteúdo pode abrir precedentes perigosos, estimulando a exclusão massiva de publicações, inclusive de interesse público.

“Há uma oportunidade de melhorar o equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilização, mas a gente espera que se preserve um princípio fundamental: quem deve decidir o que é removido e o que não é removido é a Justiça, e não as plataformas”, afirmou.

Fábio Coelho também destacou que, entre todos os temas avaliados no STF, o mais sensível é a garantia de acesso à informação. Como exemplo, citou as eleições de 2022, quando o Google Brasil decidiu suspender a venda de anúncios políticos no país, alegando que as exigências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) eram operacionalmente inviáveis.

As regras demandavam monitoramento e remoção de conteúdo em tempo real, o que, segundo a empresa, não era sustentável. O executivo não descartou que uma situação semelhante possa ocorrer nas eleições de 2026, caso as mesmas exigências permaneçam em vigor.

Google Brasil não cogita sair do país, mas admite limitações

Apesar dos desafios, Fábio Coelho descartou qualquer possibilidade de saída do Google Brasil do território nacional. No entanto, ele admite que, dependendo do formato final das alterações no Marco Civil, a empresa poderá reduzir sua participação em discussões públicas e, consequentemente, intensificar a remoção de conteúdos para evitar riscos jurídicos.

“Dependendo de como for essa atualização do artigo 19, isso pode nos tornar um pouco menos partícipes de todas as discussões que ocorrem no Brasil e nos levar a remover mais conteúdo no país”, reiterou.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Incêndios na Amazônia - número de queimadas é o maior em 17 anos
Brasil

Incêndios na Amazônia: número de queimadas é o maior em 17 anos

21 de agosto de 2024
Alfabetização no Brasil recupera patamar pré-pandemia; 56% de crianças alfabetizadas
Brasil

Alfabetização no Brasil recupera patamar pré-pandemia; 56% de crianças alfabetizadas

28 de maio de 2024
Brasil

Ministro do TSE anula uma das três condenações de Bolsonaro, que continua inelegível

12 de junho de 2024
PT assina documento que reconhece vitória de Maduro na Venezuela
Brasil

PT assina documento que reconhece vitória de Maduro na Venezuela

16 de outubro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?