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Leia: Congresso dá 10 dias para Haddad revogar IOF e ameaça derrubar decreto
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7 de março de 2026 07:08

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Congresso dá 10 dias para Haddad revogar IOF e ameaça derrubar decreto
Brasília

Congresso dá 10 dias para Haddad revogar IOF e ameaça derrubar decreto

Alcolumbre e Motta dão dez dias para Haddad revogar IOF; caso contrário, projeto que anula aumento será votado na semana de 9 de junho.

última atualização: 29 de maio de 2025 15:21
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Congresso dá 10 dias para Haddad revogar IOF e ameaça derrubar decreto
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O Congresso Nacional deu um ultimato ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, exigindo que ele revogue o IOF sobre operações financeiras. Caso não haja uma solução até o início da semana de 9 de junho, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já sinalizaram que colocarão em pauta um projeto de decreto legislativo que anula a medida da equipe econômica.

Pressão sobre Haddad para revogar IOF cresce no Congresso

A exigência foi feita durante uma reunião realizada na noite da última quarta-feira (28), na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados. O encontro contou com a presença de figuras importantes do governo, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), o líder do Governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e o líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

Segundo Hugo Motta, a decisão de conceder um prazo de 10 dias para que a equipe econômica encontre uma solução foi uma forma de demonstrar disposição para colaborar, sem deixar de lado a responsabilidade com os impactos da medida. Ele deixou claro que, caso não haja uma proposta viável para revogar o IOF, o Congresso seguirá com a tramitação do decreto que anula o aumento.

“Queremos colaborar, mas não podemos ignorar o impacto dessa medida na economia. Aguardaremos uma alternativa, mas se nada for apresentado, vamos votar a derrubada do aumento do IOF”, afirmou Hugo Motta em entrevista.

Medidas alternativas estão na mesa

Durante o encontro, foram discutidas possíveis saídas para compensar a arrecadação, além da opção de revogar o IOF. Entre elas, estão o aumento da tributação sobre empresas de apostas online, as chamadas “bets”, além de discutir a elevação de impostos sobre fintechs e outras soluções de caráter estrutural.

Apesar das alternativas sugeridas pelos parlamentares, o ministro Fernando Haddad não demonstrou aceitação imediata. Segundo relatos, o ministro defende que soluções emergenciais não são suficientes e que o país precisa avançar em reformas mais robustas, como a administrativa, além de revisar isenções fiscais e repensar a vinculação de receitas públicas.

Parlamentares defendem soluções permanentes

Hugo Motta ressaltou que o Congresso não aceita mais medidas paliativas e cobra do governo ações de longo prazo. Para ele, é necessário enfrentar temas sensíveis, como a revisão de gastos obrigatórios e a implementação de reformas estruturantes que garantam equilíbrio fiscal sem a necessidade de aumentar impostos como o IOF.

“O país não pode viver de arranjos temporários. Precisamos discutir seriamente a reforma administrativa e rever benefícios fiscais que hoje comprometem a arrecadação”, reforçou o presidente da Câmara.

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