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Leia: Governo avalia usar dinheiro público para ressarcir aposentados lesados pelo INSS
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OpiniãoMT > Blog > Utilidade Pública > Governo avalia usar dinheiro público para ressarcir aposentados lesados pelo INSS
Utilidade Pública

Governo avalia usar dinheiro público para ressarcir aposentados lesados pelo INSS

Governo avalia uso de dinheiro público para devolver valores descontados indevidamente de aposentados e pensionistas do INSS.

última atualização: 6 de maio de 2025 16:39
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Governo avalia usar dinheiro público para ressarcir aposentados lesados pelo INSS
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O governo federal está analisando a possibilidade de utilizar dinheiro público para devolver quantias descontadas indevidamente de aposentados e pensionistas do INSS. A medida visa reparar prejuízos causados por um esquema de fraudes envolvendo descontos não autorizados em benefícios previdenciários.

INSS pode recorrer a recursos públicos para ressarcimento

O novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, confirmou que o uso de dinheiro público está entre as alternativas estudadas para restituir os valores subtraídos de forma irregular. A declaração foi feita em entrevista publicada pelo jornal O Globo, poucos dias após sua nomeação oficial, ocorrida na quarta-feira (30).

Segundo Waller, a adoção dessa medida dependerá da extensão dos danos. “Dependendo do tamanho do rombo, com certeza (será necessário)”, afirmou ele. A avaliação preliminar da Controladoria-Geral da União (CGU) indica que o total desviado pode alcançar cerca de R$ 6,3 bilhões no período entre 2019 e 2024.

Mais de 4 milhões de benefícios podem ter sido afetados

Ainda de acordo com estimativas da CGU, o número de benefícios atingidos pode ultrapassar os quatro milhões. No entanto, o presidente do INSS alertou que essa quantidade não necessariamente reflete o número real de pessoas prejudicadas, já que um único beneficiário pode ter sofrido múltiplos descontos por diferentes entidades.

O escândalo, revelado por investigações conduzidas pela Polícia Federal em conjunto com a CGU, envolveu descontos realizados por sindicatos e associações sem a devida autorização dos beneficiários. A gravidade do caso culminou na exoneração do então presidente do INSS e do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi.

Devolução pode ocorrer diretamente na folha de pagamento

Uma das soluções consideradas mais seguras, segundo Waller, é o reembolso direto por meio da folha de pagamento dos benefícios. O método, que evita intermediários, poderia acelerar o processo e oferecer maior confiabilidade. No entanto, esse modelo exige a criação de um protocolo formal, além da homologação judicial, o que pode gerar entraves técnicos e jurídicos.

Para simplificar a restituição aos atingidos, o governo também cogita utilizar instituições com presença nacional, como os Correios e cartórios. A identificação das vítimas será facilitada por meios digitais e telefônicos, como o aplicativo Meu INSS e a Central de Atendimento 135.

Medida busca reduzir impacto sobre os beneficiários

A principal orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo Waller, é garantir que a devolução aconteça com o menor impacto possível para os cidadãos. “Estamos buscando todas as soluções”, afirmou o dirigente do INSS, reforçando o compromisso da gestão com a reparação dos danos causados.

O uso de dinheiro público para ressarcir os aposentados afetados é tratado como uma das prioridades do governo após a revelação das irregularidades. As investigações continuam, e novas medidas podem ser anunciadas nos próximos meses, conforme o avanço das apurações.

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