Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Ex-vereador de Cuiabá, e demais acusados, devem ressarcir quase R$ 5 milhões aos cofres públicos, por desvios na Câmara
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Adeus Picanha: Preço da carne sobe 45% em dois anos e bate recorde
STF abre licitação para monitorar quem fala mal da corte nas redes sociais
Lula remove lesão no couro cabeludo e diagnóstico aponta câncer basocelular
Polymarket: governo proíbe site de apostas que mostrava Flávio Bolsonaro na frente
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo

25 de abril de 2026 16:58

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Ex-vereador de Cuiabá, e demais acusados, devem ressarcir quase R$ 5 milhões aos cofres públicos, por desvios na Câmara
Justiça

Ex-vereador de Cuiabá, e demais acusados, devem ressarcir quase R$ 5 milhões aos cofres públicos, por desvios na Câmara

última atualização: 21 de fevereiro de 2025 10:58
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
Compartilhar

Sêmia Mauad/Opinião MT

O ex-vereador por Cuiabá, Luiz Marinho de Souza Botelho, foi condenado pela Justiça e deverá ressarcir aos cofres públicos R$ 4,8 milhões de reais, por desvio de recursos na Câmara Municipal. Na época o político era presidente da Casa, o que teria facilitado o esquema.

A decisão é do juiz Bruno D´Oliveira Marques que apontou a “precariedade” do esquema executado.

“A precariedade dessas fraudes demonstra que o esquema não foi sofisticado a ponto de mascarar sua existência, mas, ao contrário, operava de maneira rudimentar, tornando inverossímil a alegação de desconhecimento do requerido. A ausência de qualquer controle sobre a regularidade das contratações reforça a sua responsabilidade, pois o desrespeito a formalidades básicas em um volume expressivo de licitações não pode ser atribuído a falhas administrativas”, disse o magistrado em trecho da decisão.

O ex-vereador Luiz Marinho e outras quatro pessoas foram acusadas por fraudes em licitações. Os recursos, desviados entre os anos de 2003 e 2004 na Câmara Municipal, eram pagos a nove empresas fantasmas criadas, justamente, para que o esquema criminoso fosse realizado.

Os demais envolvidos no desvio são: Ângela Maria Botelho Leite e Gonçalo Xavier de Botelho Filho. Ambos eram responsáveis por selecionar as empresas que seriam contratadas. Já Lúcia Conceição Alves Campos Coleta de Souza organizava e realizava os processos licitatórios com foco na aparência de legalidade das operações. E, por fim, Silas Lino de Oliveira, que teria aberto diversas empresas fictícias em nome de terceiros para que notas fiscais falsas fossem expedidas. Tais empresas foram identificadas como, Rita Márcia da Silva- ME, Lapispel Papelaria Móveis e Máquinas LTDA, e Selma Regina Teixeira- ME.

A sentença foi proferida na última quinta-feira, dia 20 de fevereiro, e apontou que o líder do esquema era o próprio presidente da Câmara de Cuiabá, Luiz Marinho, que supervisionava o golpe e nomeou os envolvidos no esquema.

COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA DE DESVIOS

O Tribunal de Contas apurou o esquema de fraudes em licitação mediante a criação de empresas de fachada que tinham o objetivo vencer os certames considerados fraudulentos. Dessa forma, recebiam os pagamentos sem a entrega de bens ou qualquer prestação de serviços.

Eram emitidas notas falsas para o pagamento de bens ou serviços. Era assim que o dinheiro da Câmara era repassado aos envolvidos no esquema criminoso de desvio de recursos públicos.

Os integrantes da organização recebiam os pagamentos em forma de cheque ou transferências bancárias. Os recursos eram sacados por Silas Lino, que pegava parte do dinheiro e repassava o restante para Ângela Botelho, que dividia o restante do dinheiro entre as partes envolvidas.

A Câmara ainda teria efetuado a compra de grande montante de papel em 20024, chegando a 7.045.000.

Devido aos documentos enviados ao Tribunal de Contas, que indicavam inconsistências, foi instaurado inquérito policial pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli ao Brasil
Justiça

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli ao Brasil

26 de março de 2026
Abandonado pelos amigos socialistas, Maduro sente o peso da prisão americana
Justiça

Abandonado pelos amigos socialistas, Maduro sente o peso da prisão americana

1 de abril de 2026
Moraes autoriza acareação entre Mauro Cid e General Braga Netto
Justiça

Moraes autoriza acareação entre Mauro Cid e General Braga Netto

17 de junho de 2025
JustiçaPolítica

“Temos um crime escancarado de compra de votos e a população indignada com cerceamento do direito”, dispara a advogada de defesa de Waldir Garcia (PL), que tenta tornar prefeito e vice de Jauru inelegíveis por compra de votos

26 de fevereiro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?