Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Brasil cai em ranking global de corrupção e registra a pior nota da histórica
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Polymarket: governo proíbe site de apostas que mostrava Flávio Bolsonaro na frente
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO

25 de abril de 2026 07:45

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasil > Brasil cai em ranking global de corrupção e registra a pior nota da histórica
Brasil

Brasil cai em ranking global de corrupção e registra a pior nota da histórica

O Brasil ocupa a 107ª posição no Índice de Percepção da Corrupção 2024, marcando o pior desempenho desde 2012.

última atualização: 11 de fevereiro de 2025 14:25
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Brasil cai em ranking global de corrupção e registra a pior nota da histórica
Compartilhar

Em 2024, o Brasil alcançou sua pior posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), elaborado pela Transparência Internacional. Com o 107º lugar no ranking global, o país empatou com Nepal, Argélia, Malauí, Níger, Tailândia e Turquia, refletindo graves desafios na área de combate à corrupção.

Índice de Percepção da Corrupção

Divulgado anualmente desde 1995, o IPC avalia 180 países e territórios, atribuindo notas de 0 a 100 com base na percepção de especialistas sobre a integridade no setor público. Em 2024, a Dinamarca (90 pontos), Finlândia (88 pontos), Cingapura (84 pontos) e Nova Zelândia (83 pontos) lideraram o ranking como os países menos corruptos.

No caso do Brasil, fatores como a falta de avanços consistentes na agenda anticorrupção e decisões controversas das autoridades contribuíram para a piora. Este cenário, segundo a Transparência Internacional, reflete um retrocesso nas políticas de prevenção e combate à corrupção.

Fatores que influenciaram no péssimo resultado Brasileiro

Um dos principais pontos destacados no relatório foi o silêncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à pauta anticorrupção. Além disso, a permanência do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, em seu cargo, mesmo após ser indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva, fraude em licitações e organização criminosa, reforçou a percepção de impunidade.

Outro ponto polêmico foi a volta de empresários envolvidos em escândalos passados ao cenário político, como os irmãos Joesley e Wesley Batista, do Grupo J&F, que participaram de uma reunião no Palácio do Planalto com a presença do presidente.

Decisões do Judiciário

O Supremo Tribunal Federal também teve destaque no relatório, especialmente em relação às decisões do ministro Dias Toffoli que anularam sanções previstas em acordos de leniência. Entre os casos citados, está a suspensão de uma multa de R$ 10,3 bilhões do Grupo J&F e de R$ 8,5 bilhões da empreiteira Novonor (antiga Odebrecht).

Ainda foram levantadas suspeitas sobre o envolvimento de magistrados em conflitos de interesse, incluindo ligações com escritórios de advocacia de parentes e casos de lobby judicial. Essas práticas intensificaram a percepção de corrupção dentro do Judiciário.

O relatório também destacou a relação entre a corrupção e os impactos ambientais. A Operação Overclean, deflagrada em dezembro, revelou um esquema que movimentou R$ 1,4 bilhão por meio de fraudes em licitações e desvios de recursos no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Essas práticas prejudicaram a fiscalização ambiental, aumentando o desmatamento e a exploração ilegal de ouro.

A implantação efetiva das recomendações da Transparência Internacional pode ser um passo importante para reverter esse cenário e recuperar a confiança da população nas instituições brasileiras.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Chegam a 180 as mortes causadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul
Brasil

Chegam a 180 as mortes causadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul

3 de julho de 2024
Moraes manda PF colocar tornozeleira em vigilante por vazar dados no STF
Brasil

Moraes manda PF colocar tornozeleira em vigilante por vazar dados no STF

25 de fevereiro de 2026
Cantor João Lima segue para presídio após agredir esposa
Brasil

Cantor João Lima segue para presídio após agredir esposa

26 de janeiro de 2026
Incêndio devasta Pantanal do Mato Grosso do Sul após acidente de caminhão
Brasil

Incêndio devasta Pantanal do Mato Grosso do Sul após acidente de caminhão

3 de agosto de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?