Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 07:59

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Brasil > Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração
Brasil

Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração

Acordo entre Ambipar e Ministério dos Povos Indígenas concede gestão de terras indígenas, gerando polêmicas sobre transparência e legalidade.

última atualização: 28 de janeiro de 2025 15:46
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Governo libera 14% do território brasileiro para exploração
Compartilhar

O Ministério dos Povos Indígenas, do governo Luiz Inácio Lula da Silva, firmou um memorando de entendimento com a multinacional Ambipar. Este acordo concede à empresa bilionária a gestão de serviços em terras indígenas que abrangem cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados, o equivalente a 14% do território brasileiro. Apesar de sua relevância, a negociação tem sido alvo de críticas devido à ausência de consulta pública e licitação, além de não ter passado pela análise do Congresso Nacional.

Ambipar poderá explorar 14% do território brasileiro

A Ambipar, que tem ampliado rapidamente sua atuação no Brasil, se destaca no setor de práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). A principal atividade da empresa envolve o arrendamento de florestas naturais para gerar créditos de carbono, beneficiando setores como a agricultura e a mineração. 

Segundo Soraya Pires, head de Carbon Solutions da Ambipar, o acordo contempla a capacitação de brigadas indígenas para combater incêndios, a destinação de resíduos sólidos gerados nas aldeias e o monitoramento das reservas indígenas.

A assinatura do memorando ocorreu durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e foi realizada por Luiz Henrique Eloy Amado, secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas. 

No entanto, críticos apontam que ele não possui mandato para representar os povos indígenas nem autorização legal para conceder a exploração de serviços em terras protegidas. Essa falta de consulta aos povos indígenas e de um processo transparente tem gerado questionamentos sobre a validade do acordo.

Repercussão e preocupações legais

Entidades de direitos humanos e lideranças indígenas expressaram preocupação com a transparência e a legalidade do acordo. A ausência de licitação e de análise pelo Congresso Nacional coloca em dúvida a validade jurídica do memorando, que também tem sido visto como um precedente perigoso para a gestão de terras indígenas no Brasil. Além disso, há apelos para que o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público Federal investiguem as circunstâncias da assinatura.

A possibilidade de exploração das terras indígenas por uma multinacional como a Ambipar também gera preocupações entre as comunidades locais. Embora o acordo preveja a capacitação de brigadas de incêndio e o monitoramento ambiental, lideranças indígenas temem que suas vozes e direitos sejam ignorados em processos que afetam diretamente seu território e modo de vida. 

Representantes de organizações indígenas têm chamado atenção para a necessidade de uma discussão ampla e inclusiva antes da implementação de qualquer iniciativa.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Pais que não vacinarem os filhos contra a covid, agora podem ser multados, decide STJ
Brasil

Pais que não vacinarem os filhos contra a covid, agora podem ser multados, decide STJ

21 de março de 2025
Performance de travesti na UFMA provoca indignação nas redes sociais
Brasil

Performance de travesti na UFMA provoca indignação nas redes sociais [Vídeo]

18 de outubro de 2024
Ex-senador Eduardo Suplicy é diagnosticado com câncer linfático
Brasil

Ex-senador Eduardo Suplicy é diagnosticado com câncer linfático

28 de outubro de 2024
Ministro da Defesa reclama de corte no orçamento
Brasil

Ministro da Defesa reclama de corte no orçamento: ‘Vamos terminar como trabalhadores braçais’

17 de abril de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?