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Leia: Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração
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24 de abril de 2026 14:35

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração
Brasil

Sem aval do Congresso, governo libera 14% do território brasileiro para exploração

Acordo entre Ambipar e Ministério dos Povos Indígenas concede gestão de terras indígenas, gerando polêmicas sobre transparência e legalidade.

última atualização: 28 de janeiro de 2025 15:46
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Governo libera 14% do território brasileiro para exploração
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O Ministério dos Povos Indígenas, do governo Luiz Inácio Lula da Silva, firmou um memorando de entendimento com a multinacional Ambipar. Este acordo concede à empresa bilionária a gestão de serviços em terras indígenas que abrangem cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados, o equivalente a 14% do território brasileiro. Apesar de sua relevância, a negociação tem sido alvo de críticas devido à ausência de consulta pública e licitação, além de não ter passado pela análise do Congresso Nacional.

Ambipar poderá explorar 14% do território brasileiro

A Ambipar, que tem ampliado rapidamente sua atuação no Brasil, se destaca no setor de práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). A principal atividade da empresa envolve o arrendamento de florestas naturais para gerar créditos de carbono, beneficiando setores como a agricultura e a mineração. 

Segundo Soraya Pires, head de Carbon Solutions da Ambipar, o acordo contempla a capacitação de brigadas indígenas para combater incêndios, a destinação de resíduos sólidos gerados nas aldeias e o monitoramento das reservas indígenas.

A assinatura do memorando ocorreu durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e foi realizada por Luiz Henrique Eloy Amado, secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas. 

No entanto, críticos apontam que ele não possui mandato para representar os povos indígenas nem autorização legal para conceder a exploração de serviços em terras protegidas. Essa falta de consulta aos povos indígenas e de um processo transparente tem gerado questionamentos sobre a validade do acordo.

Repercussão e preocupações legais

Entidades de direitos humanos e lideranças indígenas expressaram preocupação com a transparência e a legalidade do acordo. A ausência de licitação e de análise pelo Congresso Nacional coloca em dúvida a validade jurídica do memorando, que também tem sido visto como um precedente perigoso para a gestão de terras indígenas no Brasil. Além disso, há apelos para que o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público Federal investiguem as circunstâncias da assinatura.

A possibilidade de exploração das terras indígenas por uma multinacional como a Ambipar também gera preocupações entre as comunidades locais. Embora o acordo preveja a capacitação de brigadas de incêndio e o monitoramento ambiental, lideranças indígenas temem que suas vozes e direitos sejam ignorados em processos que afetam diretamente seu território e modo de vida. 

Representantes de organizações indígenas têm chamado atenção para a necessidade de uma discussão ampla e inclusiva antes da implementação de qualquer iniciativa.

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