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Leia: José Guimarães, líder do governo, é alvo da PF por suposto desvio de emendas no Ceará
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7 de março de 2026 08:25

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OpiniãoMT > Blog > Política > José Guimarães, líder do governo, é alvo da PF por suposto desvio de emendas no Ceará
Política

José Guimarães, líder do governo, é alvo da PF por suposto desvio de emendas no Ceará

Investigações envolvendo José Guimarães revelam suspeitas de desvio de verbas de emendas de comissão no Ceará. Entenda o caso e suas implicações.

última atualização: 2 de janeiro de 2025 15:45
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
José Guimarães, líder do governo, é alvo da PF por suposto desvio de emendas no Ceará
As investigações desencadearam uma série de medidas judiciais. Imagem: Redes Sociais PT.
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De acordo com uma reportagem da Revista Piauí, uma série de diálogos interceptados pela Polícia Federal revelou suspeitas de desvio de verbas públicas no município de Choró, Ceará, envolvendo emendas parlamentares apadrinhadas por José Guimarães, deputado federal e líder do governo na Câmara. As investigações apontam para um esquema de corrupção que inclui o uso indevido de recursos destinados à saúde e infraestrutura. 

A origem das suspeitas: áudios comprometedores

De acordo com a matéria da Piauí, no dia 13 de setembro de 2024, Carlos Douglas Almeida Leandro, empresário investigado, enviou um áudio via WhatsApp para Carlos Alberto Queiroz Pereira, conhecido como Bebeto, então candidato a prefeito de Choró. Segundo os investigadores, o áudio fazia referência ao desvio de recursos de uma emenda parlamentar associada a José Guimarães, denominada “emenda de comissão”. Essa prática, muitas vezes descrita como uma continuação do orçamento secreto, já havia sido questionada por órgãos fiscalizadores.

No áudio, Leandro menciona uma proposta supostamente intermediada por Ilomar Vasconcelos, vice-prefeito de Canindé, que incluiria a utilização de parte dos recursos para fins não republicanos, como caixa dois. Bebeto, em resposta, sugeriu focar os recursos na área da saúde, reforçando a necessidade de alinhamento com Guimarães.

“Ei, o Ilomar ligou aqui oferecendo a emenda do Guimarães pra… justamente pro caixa. Aí… qual a tua proposta? Tanto tem a opção pra saúde como tem pra infraestrutura, pavimentação ou saneamento”, disse o empresário (ele foi preso no início de dezembro, acusado de participar de esquema de fraude na locação de veículos pela prefeitura de Pindoretama, também no Ceará). Em resposta, Bebeto enviou a seguinte mensagem de áudio: “Eu só quero saúde e amanhã a gente conversa sobre isso, cara. Veja quanto é que ele tem de saúde… pra inteirar. O Guimarães, tem que ter a reunião com o Guimarães”.

O envolvimento de outros políticos

Treze dias após o primeiro áudio, novas conversas revelaram a intenção de desviar até 12% do valor total da emenda destinada à saúde em Choró. Bebeto entrou em contato com Adriano Almeida Bezerra, secretário parlamentar de outro deputado federal, para articular a movimentação dos recursos. O percentual citado equivaleria a R$ 180 mil de um total de R$ 1,5 milhão.

“Ei, meu fi, vou te passar aqui o telefone, o… O pessoal do Guimarães querem fazer um negócio de um milhão e meio de emenda de saúde, aí eu quero que meu fi veja aí. Vou mandar eles te ligar, viu. Que aí eu fico mais… no máximo 12%. Indicação pra Choró. Aí indica agora dia seis de outubro. Aí já é logo carimbada”, disse Bebeto. “Pronto. Arroxa”, respondeu Bezerra, por escrito.

Essas interações mostram uma possível articulação política entre Bebeto e o deputado Júnior Mano, que à época já enfrentava questionamentos dentro do próprio partido. Segundo a Polícia Federal, essas relações consolidaram um esquema voltado para desvio de verbas e manipulação eleitoral.

As emendas de comissão e a perpetuação do orçamento secreto

As emendas de comissão ganharam força após a suspensão do orçamento secreto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023. Sob o comando de Arthur Lira, presidente da Câmara, e líderes partidários como José Guimarães, essas emendas passaram a ser uma ferramenta de barganha política. No caso de Choró, o valor de R$ 1,5 milhão foi aprovado pela Comissão de Saúde e destinado ao Fundo Municipal de Saúde, mas parte teria sido desviada para fins ilícitos.

As investigações desencadearam uma série de medidas judiciais. Bebeto foi preso temporariamente em novembro, acusado de desvios relacionados à prefeitura de Choró e compra de votos. Em paralelo, o atual prefeito da cidade, Marcondes de Holanda Jucá, também foi detido por suspeita de envolvimento em contratos ilícitos. Ambos negam as acusações.

O caso chamou atenção não apenas pelo montante envolvido, mas também pelo impacto político. Dias antes do Natal, o ministro Flávio Dino suspendeu o pagamento de todas as emendas de comissão, incluindo as de liderança, devido às irregularidades constatadas. Posteriormente, Dino liberou parte dos valores para garantir o cumprimento do piso de gastos com saúde.

Resposta das partes envolvidas

Em nota oficial, a assessoria de José Guimarães afirmou desconhecer qualquer relação com os envolvidos na negociação das emendas. Júnior Mano e Ilomar Vasconcelos não se manifestaram. Já o advogado de Bebeto declarou que a defesa apresentará provas de sua inocência durante o processo.

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