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Leia: Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
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6 de setembro de 2026 09:35

OpiniãoMT > Blog > Economia > Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
Economia

Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE

Itens da Cesta de Natal tiveram aumento médio de 9,16% em 2024, segundo FIPE, com azeite liderando alta e panetone registrando queda.

Redação OPMT
Publicado em: 20 de novembro de 2024
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4 Minutos de Leitura
Cesta de Natal fica 9,16% mais cara em 2024, aponta levantamento da FIPE
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A tradicional Cesta de Natal, composta por itens típicos das celebrações de fim de ano, ficou 9,16% mais cara em 2024. De acordo com a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), o preço médio da cesta saltou para R$ 439,30 em novembro, em comparação aos R$ 402,45 registrados em dezembro de 2023.

Alta nos preços da Cesta de Natal

Entre os itens analisados pela FIPE, o azeite de oliva lidera o aumento de preços, com uma alta de 21,30%. Esse produto, essencial em muitas receitas natalinas, foi apontado como o maior responsável pelo aumento geral da cesta. 

Outros itens de destaque incluem o lombo de porco com osso, que subiu 19,72%, e o pernil, que registrou um aumento de 17,80%. Apesar das altas, o tradicional panetone de frutas cristalizadas teve uma ligeira queda de 1,60%.

Além das carnes, produtos como o queijo ralado (2,5%) e o molho de tomate (4%) também apresentaram variações de preços, o que impacta diretamente pratos típicos como a macarronada de fim de ano. O macarrão tipo espaguete, porém, foi uma exceção, mantendo seu preço estável no período.

Frutas e sucos também encarecem a Cesta de Natal

As frutas, amplamente consumidas nas ceias natalinas, não escaparam da inflação. O pêssego teve alta de 13,79%, seguido pelo morango, que subiu 12,02%, e pela uva, com variação de 4,49%. Já os sucos, como o néctar de laranja (16,19%) e o néctar de morango (3,95%), também apresentaram aumentos significativos.

De acordo com especialistas, as condições climáticas foram um dos fatores que influenciaram os preços. A safra de laranja, por exemplo, foi prejudicada por variações climáticas ao longo de 2024, o que resultou no aumento do custo final do produto.

Produtos como o peru, item tradicional em muitas mesas natalinas, registraram aumento de 7,5%. Até mesmo alternativas mais econômicas, como a lata de atum, tiveram alta de 4,3%. Itens usados em saladas, como azeitonas e palmito, subiram 9% e 8,5%, respectivamente.

Os bombons, uma escolha frequente para presentear ou complementar a ceia, também ficaram mais caros, com alta de 6,3%. Entre os itens analisados, a farofa foi um dos poucos produtos que apresentaram queda de preço, com redução de 7,23%.

Impacto da inflação nas celebrações de fim de ano

A inflação de 2024, somada a fatores na economia brasileira, tornou mais onerosa a composição da Cesta de Natal. A FIPE destacou que, enquanto alguns produtos essenciais registraram aumentos expressivos, itens como o panetone e o macarrão conseguiram manter os preços mais estáveis, oferecendo uma pequena margem de economia.

Apesar de alguns itens apresentarem estabilidade ou pequenas quedas, como o panetone, a maioria dos produtos registrou aumento, tornando necessário um planejamento cuidadoso para manter as tradições sem comprometer o orçamento.

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