Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
PF aponta deputado Faissal como ‘braço operacional’ de desembargador em suposta venda de sentenças no TJMT; VEJA VÍDEOS
Pai espanca e mata filha de 12 anos em Várzea Grande; VEJA VÍDEOS
Colisão frontal na MT-325 deixa dois motoristas mortos em Alta Floresta (MT)
Semana começa quente na capital, mas termômetros registram queda e há previsão de chuva para o domingo
Com investimento de R$ 293 milhões, maior ponte de Mato Grosso será entregue até o fim de 2026

8 de junho de 2026 17:35

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Justiça > Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça
Justiça

Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça

O Ministro Alexandre de Moraes rejeitou mais um pedido de prisão domiciliar de Débora dos Santos, alegando 'periculosidade social' da mesma.

última atualização: 28 de setembro de 2024 16:26
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Moraes nega liberdade para mulher acusada de escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça
A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido de prisão domiciliar. Imagem: Reprodução Internet.
Compartilhar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a liberdade para Débora dos Santos, de 38 anos, alegando sua periculosidade social. A cabeleireira está presa desde março de 2023, após ser flagrada escrevendo uma frase em um monumento em frente ao STF durante os eventos de 8 de janeiro. 

A decisão do ministro Alexandre de Moraes

Nesta sexta-feira (27), o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter Débora dos Santos em prisão preventiva, negando a substituição por prisão domiciliar. Segundo o ministro, a cabeleireira, envolvida nos atos de 8 de janeiro, apresenta um risco à sociedade. 

A decisão foi fundamentada na “periculosidade social” da ré, conforme argumentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que também recomendou a continuidade da detenção. Moraes afirmou que a gravidade das ações justificava a manutenção da prisão preventiva, reforçando a necessidade de restrição da liberdade.

Débora dos Santos foi presa em março de 2023 durante uma operação da Polícia Federal. O motivo da prisão foi a participação nos atos de 8 de janeiro, especificamente por ter sido flagrada escrevendo, com batom, a frase “perdeu, mané” na Estátua da Justiça, situada em frente ao Supremo Tribunal Federal. 

A imagem foi registrada por uma fotógrafa do jornal Folha de S.Paulo, servindo como prova para a prisão. Desde então, a defesa de Débora tem buscado sua libertação, destacando o impacto da prisão sobre seus dois filhos menores.

Argumentos da defesa

Os advogados de Débora dos Santos, Hélio Júnior e Taniéli Telles, têm defendido a possibilidade de sua cliente cumprir a pena em prisão domiciliar. Em 28 de agosto, a defesa apresentou a Moraes o argumento de que Débora, como mãe de dois menores, poderia receber o benefício da prisão domiciliar, citando precedentes legais e decisões do Superior Tribunal de Justiça. 

Eles destacaram a necessidade de se considerar o impacto da prisão na vida familiar de Débora, que se encontra separada de seus filhos desde março. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido de prisão domiciliar, argumentando que, devido à gravidade dos atos cometidos e ao risco que Débora representa, sua liberdade não poderia ser concedida. 

A PGR reforçou que a manutenção da prisão preventiva é essencial para garantir a segurança pública e evitar a reincidência de comportamentos semelhantes. Esse posicionamento foi decisivo para a negativa do pedido por parte do ministro Moraes.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

MPMT promove conversa de mulheres com promotores sobre violência doméstica
Justiça

MPMT promove conversa de mulheres com promotores sobre violência doméstica

11 de março de 2024
Justiça dá 24 horas para governo Lula religar radares em rodovias federais
Justiça

Justiça dá 24 horas para governo Lula religar radares em rodovias federais

19 de agosto de 2025
Justiça

Promotores querem retirada de advogado da família Zampieri em ação que investiga morte do jurista; esposa da vítima rebate pedido do MP

8 de agosto de 2024
Justiça

Gilmar Mendes manda soltar empresário apontado como líder de esquema no TJMT

11 de agosto de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?