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Leia: Um terço dos trabalhadores brasileiros ganha até um salário mínimo, aponta IBGE
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OpiniãoMT > Blog > Economia > Um terço dos trabalhadores brasileiros ganha até um salário mínimo, aponta IBGE
Economia

Um terço dos trabalhadores brasileiros ganha até um salário mínimo, aponta IBGE

Censo 2022 revela que um terço dos trabalhadores no Brasil ganhava até um salário mínimo, evidenciando desigualdades regionais e raciais.

última atualização: 9 de outubro de 2025 10:32
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
Um terço dos trabalhadores brasileiros ganha até um salário mínimo, aponta IBGE
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O Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que um terço dos trabalhadores do país — cerca de 31,3 milhões de pessoas — recebia até um salário mínimo à época, equivalente a R$ 1.212. Esse grupo representava 35,3% da população ocupada no Brasil.

Entre esses trabalhadores, 52,4% se declararam pardos, 32,8% brancos, 13,9% pretos, 0,6% indígenas e 0,2% amarelos. O levantamento destaca as persistentes desigualdades raciais e regionais que caracterizam o mercado de trabalho brasileiro.

Desigualdade de renda atinge um terço dos trabalhadores brasileiros

O estudo do IBGE mostrou que apenas 7,6% dos trabalhadores recebiam acima de cinco salários mínimos, cerca de R$ 6.060, em contraste com os 35,3% que ganhavam até um salário. A renda média nacional foi de R$ 2.851 em 2022, com grandes variações entre as regiões do país.

O Centro-Oeste registrou o maior rendimento médio (R$ 3.292), impulsionado pela força do agronegócio e pelos altos salários do funcionalismo público no Distrito Federal. O Sul (R$ 3.190) e o Sudeste (R$ 3.154) também superaram a média nacional. Já o Norte (R$ 2.238) e o Nordeste (R$ 2.015) ficaram abaixo desse patamar, reforçando o contraste econômico entre as regiões.

Segundo o IBGE, em 520 municípios brasileiros o rendimento médio do trabalho era inferior a um salário mínimo, representando 9,3% do total de cidades do país. Apenas 19 municípios — todos no Sul e Sudeste — registraram médias acima de quatro salários mínimos.

Cidades com maiores e menores rendimentos

O município de Nova Lima (MG) liderou o ranking nacional com renda média de R$ 6.929. Em seguida, aparecem São Caetano do Sul (SP), com R$ 6.167, e Santana de Parnaíba (SP), com R$ 6.081.

No outro extremo, os menores rendimentos foram registrados em Cachoeira Grande (MA), com R$ 759, Caraúbas do Piauí (PI), com R$ 788, e Mulungu do Morro (BA), com R$ 805. A maioria das cidades com os piores indicadores está concentrada na região Nordeste.

Um terço dos trabalhadores e as desigualdades raciais

Ao observar a renda por cor ou raça, os dados do Censo indicam que 43,4% dos trabalhadores pardos e 43,3% dos pretos recebiam até um salário mínimo. Entre os brancos, o índice cai para 25,8%. Já entre indígenas e amarelos, os percentuais são de 57,3% e 17,7%, respectivamente.

Esses números refletem a composição demográfica do país, onde os pardos representam 45,3% da população, seguidos pelos brancos (43,5%) e pretos (10,2%). A desigualdade racial se reflete também na renda domiciliar per capita: enquanto a média entre brancos foi de R$ 2.207, entre pretos e pardos ficou em torno de R$ 1.190.

Além da renda proveniente do trabalho, o IBGE também analisou a renda domiciliar per capita, que inclui benefícios sociais, pensões e aposentadorias. Em 2022, a média nacional foi de R$ 1.638. As regiões Sul (R$ 2.058), Centro-Oeste (R$ 1.953) e Sudeste (R$ 1.910) registraram os maiores valores, enquanto o Nordeste (R$ 1.072) e o Norte (R$ 1.075) ficaram abaixo da média.

Nova Lima novamente liderou o ranking, com R$ 4.300 de renda domiciliar média. No outro extremo, Uiramutã (RR) registrou o menor valor, R$ 289. O município, que possui a maior proporção de população indígena do país, reflete o desafio de inclusão econômica dessas comunidades.

Os dados do Censo 2022 reforçam a persistência da desigualdade social e econômica no Brasil. O fato de um terço dos trabalhadores viver com até um salário mínimo evidencia o impacto da informalidade e das disparidades regionais e raciais no país. 

Apesar de avanços pontuais na renda de camadas mais pobres nos últimos anos, os números do IBGE mostram que o equilíbrio entre as diferentes regiões e grupos sociais ainda está distante de ser alcançado.

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