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7 de março de 2026 06:52

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OpiniãoMT > Blog > Mundo > Trump e Zelensky se encontram no Vaticano e planejam novas negociações
Mundo

Trump e Zelensky se encontram no Vaticano e planejam novas negociações

Trump e Zelensky discutem acordo de paz em encontro no Vaticano e planejam novas reuniões para tratar o conflito entre Rússia e Ucrânia.

última atualização: 26 de abril de 2025 13:51
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Trump e Zelensky se encontram no Vaticano e planejam novas negociações
A pauta principal entre Trump e Zelensky foi a busca de soluções para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. Imagem: Redes Sociais.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, participaram de um encontro reservado no Vaticano, no sábado (26). A reunião, que ocorreu antes do funeral do Papa Francisco, reforçou a intenção de Trump e Zelensky de avançarem nas negociações de paz em meio ao prolongado conflito entre Rússia e Ucrânia.

Encontro reservado entre Trump e Zelensky no Vaticano

Trump e Zelensky conversaram por aproximadamente 15 minutos na Basílica de São Pedro. Segundo um porta-voz de Kiev, os líderes acertaram um novo encontro para a próxima semana. Durante a conversa, não havia assessores próximos, evidenciando o caráter reservado da reunião.  

Imagens divulgadas pela assessoria de Zelensky mostram os dois presidentes frente a frente em um amplo salão de mármore. Em outro registro, Trump e Zelensky aparecem acompanhados pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

Em suas redes sociais, Zelensky descreveu o encontro como positivo e simbólico, ressaltando que ambos discutiram temas de interesse para o cessar-fogo no conflito. Ele expressou otimismo quanto à possibilidade de os acordos discutidos avançarem e frisou a importância histórica que essa reunião poderá representar.

Trump e Zelensky buscam acordo de paz

A pauta principal entre Trump e Zelensky foi a busca de soluções para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia, tema que ambos vêm debatendo há meses. O momento do encontro foi especialmente significativo, pois coincidiu com a presença de cerca de 50 chefes de Estado no Vaticano, incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente argentino Javier Milei.

Durante a semana, novos sinais de abertura para negociações surgiram. O Kremlin informou que Vladimir Putin estaria disposto a retomar as negociações sem imposições prévias. O enviado americano Steve Witkoff ouviu de Putin que a Rússia mantém disposição para discutir um cessar-fogo imediato.

Em publicação no Truth Social, Trump reafirmou que não teve envolvimento direto no início da guerra, destacando que, durante sua gestão, forneceu mísseis Javelin à Ucrânia. O ex-presidente classificou o conflito como “a guerra de Joe Biden”, e atribuiu o prolongamento dos combates a falhas da atual administração americana.  

Trump também condenou os recentes bombardeios russos contra civis e afirmou que medidas adicionais, como sanções bancárias mais severas, podem ser necessárias para pressionar pela paz. “Está morrendo gente demais”, afirmou Trump.

União Europeia e tensões comerciais

Paralelamente aos eventos no Vaticano, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, teve uma breve conversa com Donald Trump. De acordo com informações da Comissão, ambos concordaram em agendar um encontro futuro para tratar de assuntos pendentes, incluindo as tarifas impostas durante o mandato de Trump.

As tarifas adicionais de 25% sobre automóveis, alumínio e aço, além de uma taxa de 10% sobre outros produtos, continuam sendo motivo de tensões entre a União Europeia e os Estados Unidos. A expectativa é que as negociações futuras possam amenizar os efeitos dessas medidas protecionistas.

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta quinta-feira (20) que o país aceitou a proposta de cessar-fogo incondicional apresentada pelos Estados Unidos. A decisão foi tomada após uma conversa de uma hora e meia com o presidente norte-americano, Donald Trump. O objetivo é criar condições favoráveis para um acordo de paz duradouro. Durante o diálogo, Trump compartilhou detalhes de sua recente conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, enfatizando a necessidade de suspender ataques a infraestruturas civis, especialmente no setor energético. Zelensky afirmou que a Ucrânia está comprometida com essa iniciativa, destacando a importância da medida para a proteção da população e da infraestrutura crítica do país. A proposta de Cessar-Fogo dos EUA As tratativas para o cessar-fogo tiveram início em uma reunião realizada no início de março em Jeddah, na Arábia Saudita, entre representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos. Durante as discussões, foram abordadas estratégias para garantir que o acordo seja respeitado por ambas as partes envolvidas no conflito. Zelensky reforçou que a cooperação com os EUA é essencial para a busca de uma resolução pacífica, ressaltando que o envolvimento da liderança norte-americana pode acelerar o processo de pacificação. "Acreditamos que, junto da América e sob a liderança de Trump, podemos conquistar uma paz duradoura ainda neste ano", declarou o presidente ucraniano. Nos próximos dias, representantes dos governos ucraniano e norte-americano se reuniram novamente na Arábia Saudita para definir os detalhes da implementação do cessar-fogo e questões de segurança. Um dos pontos principais das negociações será a criação de mecanismos para monitorar e garantir o cumprimento do acordo. Outro aspecto crítico em debate é a defesa aérea da Ucrânia. Zelensky enfatizou a necessidade de fortalecer a segurança do país para proteger a população civil contra possíveis ofensivas. No entanto, essa questão pode gerar tensão com Moscou, uma vez que Putin condicionou seu apoio ao cessar-fogo à garantia de que a Ucrânia não expanda seu arsenal militar. Aspectos humanitários e outras demandas Além das questões militares e diplomáticas, o acordo também aborda temas humanitários, incluindo a troca de prisioneiros de guerra e o retorno de crianças ucranianas levadas pela Rússia. Segundo Zelensky, a aceitação da proposta de cessar-fogo demonstra o compromisso da Ucrânia com a busca pela paz. "Os ucranianos querem paz", afirmou o presidente. A continuidade das negociações entre Ucrânia e Estados Unidos será fundamental para avançar na resolução pacífica do conflito. Zelensky destacou que manterá contato frequente com Trump e sua equipe para garantir que o processo avance de maneira efetiva.
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