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Leia: Surto tipo Covid afeta 33 trabalhadores em hospital no Espírito Santo; três estão na UTI
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7 de março de 2026 04:42

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Surto tipo Covid afeta 33 trabalhadores em hospital no Espírito Santo; três estão na UTI
Brasil

Surto tipo Covid afeta 33 trabalhadores em hospital no Espírito Santo; três estão na UTI

Surto respiratório no Hospital Santa Rita de Cássia atinge 33 profissionais; autoridades investigam origem e possíveis causas ambientais.

última atualização: 27 de outubro de 2025 17:03
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Surto tipo Covid afeta 33 trabalhadores em hospital no Espírito Santo; três estão na UTI
Afecc-Hospital Santa Rita de Cássia. Imagem: Redes Sociais.
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Um surto respiratório registrado no Hospital Santa Rita de Cássia, em Vitória (ES), provocou sintomas semelhantes aos de pneumonia em 33 profissionais de saúde que atuavam na ala de internação oncológica. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (27), seis pessoas permanecem internadas, sendo três em unidades de terapia intensiva (UTI). Outros 12 funcionários que circularam pelo setor nos últimos dias também foram hospitalizados para monitoramento e exames complementares.

Ala de internação é interditada após surto

De acordo com a coordenadora de Controle de Infecção Hospitalar, infectologista Carolina Salume, o surto não apresentou indícios de transmissão direta entre pessoas. Ela destacou que não há risco para pacientes ou visitantes nas demais áreas do hospital e que não é necessária a utilização de máscaras neste momento.

“Todas as medidas de precaução foram tomadas e o problema ficou restrito à ala de internação afetada”, afirmou. Por segurança, o hospital interditou temporariamente o setor oncológico e um dos centros cirúrgicos, até que a situação seja totalmente controlada.

A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa-ES) conduz a investigação sobre as causas do surto. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, os primeiros exames já descartaram vírus respiratórios comuns, como coronavírus e influenza A e B.

Atualmente, as equipes analisam a possibilidade de contaminação por bactérias ou fungos, com testes realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os laboratórios investigam quase 300 tipos de patógenos diferentes.

Hoffmann explicou ainda que há suspeita de origem ambiental. “Estamos coletando amostras de superfícies, da água, do mobiliário e do sistema de ar-condicionado para verificar se há algum agente contaminante no ambiente”, detalhou o secretário durante coletiva de imprensa.

Hospital mantém atendimento e serviços regulares

Mesmo com a interdição parcial, o Hospital Santa Rita de Cássia segue em funcionamento, realizando cirurgias, exames e tratamentos oncológicos normalmente. A direção da unidade reforçou que a situação está sob controle e que todas as medidas preventivas continuam sendo adotadas para garantir a segurança de pacientes e profissionais.

O surto no Hospital Santa Rita de Cássia mobilizou autoridades estaduais e especialistas em saúde pública, que seguem em busca da origem da contaminação. Enquanto as análises avançam, o hospital mantém os atendimentos regulares e as áreas afetadas seguem isoladas até que as causas sejam confirmadas e o ambiente considerado seguro.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (29) a progressão de regime do ex-deputado Daniel Silveira para o aberto. A decisão seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que destacou o cumprimento de parte da pena e o comportamento carcerário do condenado. Progressão de regime concedida com restrições A PGR reconheceu que Silveira já cumpriu 25% da condenação e apresentou boa conduta, requisitos que permitem a progressão de regime. No parecer, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, recomendou o benefício ao STF. Apesar da concessão, Moraes estabeleceu medidas rigorosas para o cumprimento da pena em regime aberto. Entre elas estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar à noite e nos fins de semana, além da proibição de deixar a comarca sem autorização judicial. O ministro também determinou que o ex-deputado se apresente semanalmente à Justiça e não utilize redes sociais. No despacho, Moraes deixou claro que qualquer descumprimento pode resultar na regressão da pena. O ministro ressaltou que, caso haja falta grave ou prática de novo crime, Silveira poderá retornar a regimes mais severos. Daniel Silveira foi condenado a oito anos e nove meses de prisão por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Desde então, sua situação processual tem sido marcada por avanços e retrocessos em relação às condições de cumprimento da pena. Histórico de violações anteriores Em dezembro do ano passado, Silveira havia recebido liberdade condicional, mas perdeu o benefício poucos dias depois. Segundo a decisão de Moraes, ele descumpriu o horário de recolhimento domiciliar já no primeiro dia, retornando para casa após o limite fixado pela Justiça. Essa reincidência pesou na análise do ministro, que reforçou no atual despacho que a progressão de regime só será mantida se todas as condições impostas forem respeitadas integralmente.
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