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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Servidor do estado é preso por criar plataforma para vender drogas na dark web
Polícia

Servidor do estado é preso por criar plataforma para vender drogas na dark web

Profissional de TI, o servidor trabalhava na Secretaria de Assistência Social do estado com salário que ultrapassava os R$ 10 mil.

última atualização: 29 de maio de 2024 10:02
Redação OPMT
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2 Minutos de Leitura
Servidor do estado é preso por criar plataforma para vender drogas na dark web
O servidor foi exonerado do cargo nesta quarta-feira (29). Imagem: Redes Sociais.
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Em uma operação policial realizada nesta terça-feira (28), um servidor da Secretaria Estadual de Assistência Social e Cidadania (Setasc) de Mato Grosso foi preso por desenvolver e gerenciar uma plataforma na Dark Web para o comércio ilegal de drogas. Edimilson Argemiro Galvan Filho, que ocupava o cargo de superintendente de tecnologia da informação na pasta, foi detido durante a Operação Kill Switch, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Tráfico de drogas na Dark Web

Edimilson Galvan, servidor comissionado da Setasc, foi preso nesta manhã durante a Operação Kill Switch, da Polícia Civil do Distrito Federal. Segundo as investigações, ele era responsável por desenvolver e administrar uma plataforma na Dark Web para a venda de drogas. O salário bruto do investigado ultrapassava R$ 10 mil, mesmo com os descontos salariais.

A plataforma de comércio ilegal de drogas desenvolvida por Edimilson Galvan funcionava na Dark Web, uma parte da internet que só pode ser acessada por meio de softwares específicos. A plataforma foi retirada do ar após a prisão do servidor.

As equipes da Polícia Civil do Distrito Federal coletaram evidências que sugerem o envolvimento de outras pessoas no esquema de tráfico de drogas online. As investigações continuam em andamento para identificar e prender os demais envolvidos.

Em nota, a Setasc informou que o servidor foi devidamente exonerado nesta quarta-feira (29) e que estará à disposição da justiça para esclarecimentos.

Servidor pode pegar até 25 anos de prisão

Edimilson Galvan é investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Se condenado, ele pode ser condenado à pena máxima de até 25 anos de prisão.

A prisão de Edimilson Galvan é uma prova concreta de que o crime não compensa. A ação policial demonstra o compromisso das autoridades em combater esse tipo de crime e proteger a sociedade. As investigações continuam em andamento para identificar e prender os demais envolvidos no esquema.

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