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Leia: Romero nega crime, mas MP rebate: “Vamos lá matar minha ex-mulher”, dizia teor de mensagem trocada entre irmãos
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7 de março de 2026 03:32

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OpiniãoMT > Blog > Gilberto Cattani > Romero nega crime, mas MP rebate: “Vamos lá matar minha ex-mulher”, dizia teor de mensagem trocada entre irmãos
Gilberto CattaniJustiça

Romero nega crime, mas MP rebate: “Vamos lá matar minha ex-mulher”, dizia teor de mensagem trocada entre irmãos

última atualização: 22 de janeiro de 2026 22:41
Jornalista Mauad
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4 Minutos de Leitura
Foto: Alair Ribeiro - TJMT
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O julgamento dos irmãos Romero e Rodrigo Xavier Mengarde, acusados pela morte da produtora rural Raquel Cattani, atingiu seu ponto de maior tensão nesta tarde de quinta-feira, dia 22 de janeiro. O plenário do Fórum de Nova Mutum foi palco de um embate direto entre a versão de defesa do ex-marido da vítima e a sustentação técnica do Ministério Público, que utilizou laudos periciais e dados de inteligência para desconstruir o que chamou de “narrativa calculada”.

O RÉU: NEGATIVA DE AUTORIA E ALEGAÇÃO DE TORTURA

O interrogatório dos réus começou às 14h36. Enquanto Rodrigo Xavier Mengarde optou pelo silêncio, Romero Xavier decidiu falar. Em um depoimento que durou mais de uma hora, Romero negou categoricamente ser o mentor do crime.

Foto: Alair Ribeiro – TJMT

Romero afirmou que a separação partiu dele e que mantinha uma relação conflituosa com o irmão, a quem acusou de furtos no passado. Ele negou as perseguições relatadas por testemunhas e justificou seu paradeiro na noite do crime com um roteiro de bares e consumo de álcool.

Às 15h45, o réu afirmou que foi torturado por policiais após a prisão. Romero declarou ter sofrido agressões físicas e afogamento em uma caixa d’água para que confessasse o crime.

CONTRAPONTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO: “QUEM OUVE ROMERO SAI COM ELE ABRAÇADO”.

Às 16h45, o promotor João Marcos de Paula Alves iniciou a sustentação da acusação com um alerta aos jurados. “Quem só ouvir a versão do Romero sai com ele aqui abraçado”, ironizou o promotor, antes de iniciar a desconstrução do álibi do réu.

1. O “SERVIÇO” DE R$ 4 MIL

O Ministério Público revelou que a reaproximação dos irmãos, que não se falavam há anos, ocorreu em 4 de julho de 2024. A acusação sustenta que Romero pagou R$ 4.000,00 a Rodrigo para executar o “serviço”: o assassinato de Raquel. Dados técnicos mostram que as comunicações entre os dois eram intensas e coordenadas.

2. A PROVA DO DNA NO BANHEIRO DA CASA DA VÍTIMA

Um dos momentos mais impactantes da acusação (17h37) foi a apresentação da prova genética. A perícia encontrou urina na tampa do vaso sanitário dentro da casa de Raquel. O exame de DNA confirmou o perfil genético de Rodrigo Mengarde, provando que ele esteve dentro da residência e ficou à espreita da vítima, conforme a tese da emboscada.

3. MENTE CRIMINOSA E PESQUISAS APAGADAS

O promotor questionou a “coincidência” das buscas no celular de Romero. Enquanto Raquel era assassinada, o ex-marido realizava pesquisas sobre guarda de filhos. O registro dessa busca foi apagado logo em seguida. “Se ele não soubesse o que estava acontecendo, por que procurar esse tipo de informação naquele exato momento?”, confrontou o promotor às 18h17.

A acusação não poupou detalhes sobre o sofrimento de Raquel. O laudo pericial apontou 40 ferimentos de faca. A causa da morte foi broncoaspiração (aspirar o próprio sangue).

Às 17h42, o promotor revelou que Raquel foi encontrada segurando um tufo do próprio cabelo nas mãos. O detalhe evidencia que ela tentou proteger a cabeça durante o ataque brutal.

Ao encerrar a tarde, o Ministério Público reforçou que Romero não destruiu apenas a vida de Raquel, mas a de toda a família.

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