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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Por falta de recursos, governo desativa todos os radares das rodovias federais no Brasil
Governo Lula

Por falta de recursos, governo desativa todos os radares das rodovias federais no Brasil

Corte no orçamento paralisa radares das rodovias federais e aumenta riscos de acidentes, segundo entidades de segurança no trânsito.

última atualização: 13 de agosto de 2025 08:59
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Por falta de recursos, governo desativa todos os radares das rodovias federais no Brasil
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Desde 1º de agosto de 2025, todos os radares das rodovias federais brasileiras estão inativos por falta de recursos para manter o Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade (PNCV). A medida afeta 47 mil quilômetros de estradas e levanta alertas de autoridades e especialistas sobre o aumento do risco de acidentes fatais.

Fim dos radares das rodovias federais

De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a interrupção do funcionamento dos radares das rodovias federais ocorreu após um corte de 88% no orçamento destinado à fiscalização eletrônica. Para manter o serviço ao longo do ano, seriam necessários R$ 364 milhões. No entanto, a Lei Orçamentária Anual liberou apenas R$ 43,3 milhões, valor que chegou a R$ 79,6 milhões após suplementações — ainda insuficiente para sustentar os contratos até dezembro.

A situação levou à paralisação de 21 contratos que atendem todas as 27 unidades da federação, responsáveis por monitorar cerca de 2 mil faixas de rodovias. Um plano de expansão, que previa alcançar 4,7 mil faixas, também foi suspenso.

Reação de entidades e riscos para a segurança no trânsito

A Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Tráfego (Abeetrans) já anunciou que poderá recorrer à Justiça para exigir a religação dos equipamentos. A entidade ressalta que o controle de velocidade é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das principais medidas para reduzir mortes no trânsito.

O desligamento afeta diretamente o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRans), que busca reduzir em 50% as mortes até 2030. Em 2024, o Brasil registrou cerca de 34 mil óbitos e 200 mil pessoas com sequelas em acidentes rodoviários.

Impacto econômico e arrecadação das multas

Além da função preventiva, o sistema de radares das rodovias federais gera arrecadação significativa. Segundo dados do DNIT, a fiscalização eletrônica representa, em média, R$ 1,1 bilhão por ano em multas. No entanto, desde 2023, a receita passou a ser utilizada para despesas administrativas, prejudicando a manutenção do programa.

Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicam que acidentes em rodovias federais custam cerca de R$ 22,6 bilhões por ano à sociedade, incluindo gastos com saúde, indenizações e perda de produtividade.

O DNIT ainda negocia com a Casa Civil e o Ministério dos Transportes para recompor o orçamento e retomar o funcionamento dos radares das rodovias federais. Caso o impasse continue, a suspensão do PNCV poderá ser considerada descumprimento de decisão judicial, já que existe um acordo entre o governo federal e o Ministério Público Federal para manter e ampliar o sistema.

A paralisação dos radares das rodovias federais representa um desafio para a segurança viária e para as metas de redução de acidentes no país. Com recursos insuficientes e contratos suspensos, cresce a preocupação com o aumento de sinistros e a perda de vidas, especialmente em trechos críticos das estradas brasileiras.

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