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Leia: Nicolás Maduro fala em ‘banho de sangue’ e ‘guerra civil’ caso não seja reeleito
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7 de março de 2026 02:31

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OpiniãoMT > Blog > Mundo > Nicolás Maduro fala em ‘banho de sangue’ e ‘guerra civil’ caso não seja reeleito
Mundo

Nicolás Maduro fala em ‘banho de sangue’ e ‘guerra civil’ caso não seja reeleito

Nicolás Maduro eleva tom em campanha presidencial, ameaçando guerra civil caso não vença as eleições na Venezuela. Saiba mais sobre a situação.

última atualização: 18 de julho de 2024 19:40
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Nicolás Maduro fala em 'banho de sangue' e 'guerra civil' caso não seja reeleito
A eleição presidencial na Venezuela tem sido marcada por uma profunda polarização política. Imagem: Redes Sociais.
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Em um pronunciamento realizado na noite da última quarta-feira (17), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, elevou o tom de sua campanha presidencial. As recentes pesquisas eleitorais indicam que o chavista está 47 pontos atrás do candidato da oposição, o ex-diplomata Edmundo González. Maduro afirmou que, se não vencer as eleições, a Venezuela pode enfrentar um banho de sangue e uma guerra civil fratricida.

Ameaças de Nicolás Maduro

Nicolás Maduro não poupou palavras ao falar sobre o futuro da Venezuela caso ele não vença as eleições. Em seu discurso na Paróquia La Vega, ele destacou que o país enfrenta uma escolha crucial. “No dia 28 de julho, se não querem que a Venezuela caia num banho de sangue, numa guerra civil fratricida como resultado dos fascistas, garantamos o maior sucesso, a maior vitória na história eleitoral do nosso povo”, declarou Maduro. 

Essa ameaça é mais uma em uma série de declarações contundentes feitas pelo presidente venezuelano durante sua campanha. Na semana passada, durante um comício no Estado de Arágua, Maduro já havia feito declarações alarmantes sobre a eleição presidencial. Ele afirmou que a eleição deste ano será decisiva para o futuro do país, colocando em jogo a paz e a estabilidade da Venezuela.

“No dia 28 de julho decide-se guerra ou paz, guarimba (termo para protestos violentos) ou tranquilidade, projeto de pátria ou colônia, democracia ou fascismo”, enfatizou o presidente. Maduro questionou se seus seguidores estão preparados para o desafio e reafirmou seu compromisso com o país. “Eles estão prontos? Eles estão preparados? Eu estou preparado. Tenho amor pela Venezuela, tenho a experiência, não tenho medo nem do diabo. Deus vem comigo, Deus conosco, o povo conosco”, declarou ele.

Reação da Oposição

A oposição venezuelana, liderada por Edmundo González, tem buscado mobilizar seus eleitores para contrapor às ameaças de Maduro. González, que tem ganhado apoio crescente nas pesquisas, condenou as declarações do presidente como tentativas de intimidar o eleitorado e perpetuar um clima de medo. 

Em suas aparições públicas, González tem destacado a importância de uma transição pacífica e democrática, sem recorrer à violência ou ao autoritarismo.

A eleição presidencial na Venezuela tem sido marcada por uma profunda polarização política. O governo de Maduro, que enfrenta sanções internacionais e uma crise econômica severa, tem usado a retórica da ameaça e do confronto para tentar galvanizar seu apoio à base. 

Por outro lado, a oposição vê nas eleições uma oportunidade de mudança e renovação política, prometendo um futuro diferente para o país.

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