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Leia: Moraes dá cinco dias para PF ouvir ex-assessor e o advogado de Bolsonaro
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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Moraes dá cinco dias para PF ouvir ex-assessor e o advogado de Bolsonaro
Brasil

Moraes dá cinco dias para PF ouvir ex-assessor e o advogado de Bolsonaro

Ministro Alexandre de Moraes determina que PF ouça advogado de Bolsonaro por possível obstrução em investigação sobre suposto golpe envolvendo Mauro Cid.

última atualização: 25 de junho de 2025 17:34
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Moraes dá cinco dias para PF ouvir ex-assessor e o advogado de Bolsonaro
Moraes quer saber se houve interferência nas investigações. Imagem: Redes Sociais.
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O advogado de Bolsonaro, Paulo Costa Bueno, será ouvido pela Polícia Federal após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida faz parte de uma investigação sobre suposta obstrução de Justiça relacionada às delações do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.

No foco, o advogado de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes concedeu prazo de cinco dias para que a Polícia Federal colha os depoimentos de Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência, e do advogado de Bolsonaro, Paulo Costa Bueno. Ambos são citados em apurações sobre tentativa de interferência na colaboração premiada de Mauro Cid.

A decisão foi emitida no contexto de um inquérito conduzido por Moraes, após o recebimento de materiais encaminhados pela defesa de Cid, que apontam tentativas de contato com familiares do militar por advogados ligados à defesa do ex-presidente.

De acordo com os documentos anexados ao inquérito, Luiz Eduardo Kuntz, advogado de Marcelo Câmara (ex-assessor de Bolsonaro), teria feito contato insistente com a filha de Mauro Cid, de apenas 14 anos, utilizando o aplicativo WhatsApp. O mesmo comportamento foi atribuído a Fábio Wajngarten, que, segundo os autos, teria buscado aproximação tanto com a esposa quanto com a mãe de Cid, Agnes Barbosa Cid.

Em determinado trecho da decisão, Moraes relata que Kuntz, acompanhado do advogado de Bolsonaro, Paulo Costa Bueno, abordou a mãe do militar durante um evento na Hípica de São Paulo. Segundo o ministro, a abordagem visava convencê-la a influenciar a troca da defesa constituída por Cid, o que poderia configurar tentativa de obstrução de investigação criminal relacionada a uma organização criminosa.

Defesa de Mauro Cid reage às acusações

A defesa de Mauro Cid anunciou que apresentará ao Supremo Tribunal Federal um relatório com informações que contradizem a acusação de que o militar teria mentido à Justiça ou violado os termos da delação premiada. Entre os dados apresentados está a alegação de que um perfil em rede social, supostamente controlado por Cid, teve acessos registrados a partir de Copenhague, na Dinamarca.

Os advogados do militar afirmam que esses acessos comprovam que ele não estava operando a conta no período mencionado, contrariando a tese de que tenha descumprido medidas judiciais.

Troca de mensagens entre advogado e Cid complica depoimento

Mensagens apresentadas por Luiz Eduardo Kuntz indicam que ele manteve conversas diretas com Mauro Cid. Esses registros foram incluídos nos autos e serviram como base para a argumentação de que o militar teria mentido em depoimento ao STF. A conduta também é apontada como quebra dos termos acordados na delação premiada.

Diante desses elementos, a PF deve ouvir os envolvidos para esclarecer se houve, de fato, tentativas de interferência indevida no curso das investigações.

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