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Leia: Michelly Alencar solicita desfiliação do União Brasil para viabilizar candidatura a deputada estadual
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7 de março de 2026 03:44

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OpiniãoMT > Blog > Política > Michelly Alencar solicita desfiliação do União Brasil para viabilizar candidatura a deputada estadual
Política

Michelly Alencar solicita desfiliação do União Brasil para viabilizar candidatura a deputada estadual

última atualização: 5 de fevereiro de 2026 10:39
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A vereadora de Cuiabá, Michelly Alencar (União) oficializou pedido de desfiliação partidária, visando a construção de candidatura à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano. A parlamentar justifica a decisão pela falta de “ambiente competitivo” dentro da atual sigla para quem busca o primeiro mandato estadual.

O principal motivo para a saída é a densidade eleitoral da atual chapa do União Brasil. Hoje, o partido conta com quatro deputados estaduais de mandatos consolidados que buscarão a reeleição: Eduardo Botelho, Dilmar Dal Bosco, Sebastião Rezende e Júlio Campos.

Em tom de desabafo, Michelly explicou que não quer ser apenas um “nome para preencher cota”.

“Tenho um projeto para 2026 para deputada estadual e ali no partido que eu me encontro eu não tenho condições, não tenho ambiente para isso. […] É a minha primeira campanha, então eu preciso estar em um ambiente onde eu tenha condições de disputar de igual para igual. Ali é muita diferença”.

A vereadora reforçou que não aceita o papel de coadjuvante. Segundo ela, sua candidatura terá musculatura e propósito de vitória.

“Eu não sou uma candidata como a gente via no passado: mulheres que estão ali simplesmente por um número, para dizer que estão ocupando a chapa. Eu venho para uma disputa real”.

Como a “janela partidária” de 2026 não contempla vereadores que queiram mudar de partido sem perder o mandato, Michelly depende de uma carta de anuência do diretório municipal/estadual do União Brasil.

Caso o partido defira o pedido, ela sai “pela porta da frente” com o mandato preservado. Caso contrário, a parlamentar já sinaliza que pode buscar as vias judiciais.

“Se for negado, eu vou avaliar essa possibilidade de buscar o TRE, de ver que saída a gente vai encontrar. Mas estou confiante de que a gente vai chegar a esse consenso sem precisar recorrer à Justiça”.

O diretório do União Brasil agora estuda o pedido.

 

 

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