*Sêmia Mauad/ Opinião MT
O cenário político mato-grossense deve ganhar novos contornos com a confirmação da migração do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, para o partido Podemos. O parlamentar revelou uma meta ambiciosa para a sigla nas eleições deste ano: conquistar pelo menos seis das 24 cadeiras do Legislativo Estadual.
A ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO
Max Russi baseia o otimismo no histórico de superação de expectativas de seu grupo político. O deputado relembrou que, em pleitos anteriores, analistas duvidavam da capacidade de seu antigo partido (PSB) de conquistar espaços que acabaram sendo consolidados nas urnas.
“Todo mundo duvidou que na eleição passada faríamos quatro cadeiras do PSB. Todo mundo duvidava que faríamos quatro vereadores em Cuiabá, mas fizemos. E, nesta eleição, faremos seis deputados estaduais que estarão na Assembleia no ano que vem”, afirmou Russi.
OCUPAÇÃO DE ESPAÇOS E CHAPA MAJORITÁRIA
O projeto do Podemos não se limita apenas à Assembleia. Max Russi destacou que o partido pretende ser protagonista em diversas frentes, buscando fortalecer a chapa majoritária. O partido deve requerer todos os espaços possíveis na composição política. A inclusão em cargos como suplência ou vice-governadoria é vista como um combustível extra para que os candidatos a deputado trabalhem com mais afinco pela chapa principal.
DANÇA DAS CADEIRAS E FILIAÇÕES
A Assembleia conta atualmente com 24 deputados, sendo que quatro deles foram eleitos pelo PSB. Com a mudança de Russi, espera-se uma “migração em bloco”. Um ato de filiação ao Podemos já está agendado para o dia 7 de março.
Além de Max Russi, outros nomes devem oficializar a entrada no partido visando a reeleição: Beto 2 a 1 (atualmente no PSB) e Fabinho Tardin (atualmente no PSB).
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