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Leia: Lula critica ação dos EUA e defende que Maduro seja julgado na Venezuela
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7 de março de 2026 05:27

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OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Lula critica ação dos EUA e defende que Maduro seja julgado na Venezuela
Governo Lula

Lula critica ação dos EUA e defende que Maduro seja julgado na Venezuela

Lula afirma que Maduro deve ser julgado em seu país e critica intervenção dos EUA na detenção do ex-presidente venezuelano.

última atualização: 20 de fevereiro de 2026 15:08
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Lula critica ação dos EUA e defende que Maduro seja julgado na Venezuela
Presidente Lula na Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial aqui na Índia. Imagem: Ricardo Stuckert/PR.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta sexta-feira (20) que considera inaceitável a prisão do líder venezuelano Maduro por forças dos Estados Unidos. Em entrevista concedida à emissora indiana India Today, durante viagem oficial ao país asiático, o chefe do Executivo brasileiro afirmou que, caso haja necessidade de julgamento, ele deve ocorrer na própria Venezuela, respeitando a soberania nacional.

Prisão de Maduro gera reação do governo brasileiro

A declaração de Lula ocorre após a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação conduzida por forças militares norte-americanas em Caracas no dia 3 de janeiro. Segundo as informações divulgadas, a ação foi realizada durante a madrugada e resultou na transferência do casal para Nova York.

Desde então, Maduro permanece detido nos Estados Unidos, onde responde a processos na Justiça americana. As acusações apresentadas pelas autoridades incluem narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Inicialmente, o governo norte-americano apontou que ele lideraria o chamado “Cartel de los Soles”, organização classificada como terrorista. Posteriormente, essa acusação específica foi revista, e as autoridades passaram a sustentar que o venezuelano teria participado e protegido um esquema de corrupção ligado ao tráfico de entorpecentes.

Ao comentar o caso, Lula afirmou que não se pode aceitar que um país realize a prisão do chefe de Estado de outra nação. Para o presidente brasileiro, esse tipo de ação representa interferência externa e desrespeito à autonomia dos países.

Defesa de julgamento na Venezuela

Durante a entrevista, Lula reiterou que, se Maduro tiver de responder judicialmente, o procedimento deve acontecer em território venezuelano. Segundo ele, a condução de um julgamento fora do país de origem levanta questionamentos sobre soberania e relações diplomáticas.

O presidente brasileiro destacou que o Brasil mantém posição contrária ao uso da força em conflitos internacionais. Ele mencionou que a postura brasileira é consistente tanto no caso da operação que levou à prisão de Maduro quanto em outros episódios recentes no cenário global, como a invasão da Ucrânia pela Rússia e a guerra na Faixa de Gaza.

Lula também afirmou que o Brasil não pretende ampliar tensões com os Estados Unidos ou com qualquer outra nação, defendendo o diálogo como principal instrumento para resolver divergências internacionais.

Acusações e possíveis penas

Nos Estados Unidos, as denúncias contra Maduro envolvem crimes considerados graves pela legislação norte-americana. As penas previstas para os delitos atribuídos ao líder venezuelano podem variar de 20 anos de prisão até prisão perpétua, dependendo da comprovação das acusações no decorrer do processo judicial.

O caso segue em tramitação na Justiça americana, enquanto repercute no cenário diplomático internacional. A prisão de um chefe de Estado estrangeiro por forças de outro país reacendeu debates sobre limites da atuação extraterritorial e sobre os mecanismos adequados para responsabilização de autoridades acusadas de crimes transnacionais.

Impacto diplomático e posicionamento do Brasil

A manifestação de Lula insere o Brasil no debate internacional sobre o episódio. O governo brasileiro tem defendido a preservação das regras do direito internacional e o respeito às fronteiras e à soberania dos Estados.

Ao classificar a prisão como inaceitável, o presidente buscou reforçar a posição histórica da diplomacia brasileira de priorizar soluções baseadas em negociação e evitar ações unilaterais que possam ampliar conflitos.

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