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Leia: ‘Lavei minha alma’, diz Policial que prendeu assassino de seu pai, 25 anos após o crime
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7 de março de 2026 06:17

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > ‘Lavei minha alma’, diz Policial que prendeu assassino de seu pai, 25 anos após o crime
Brasil

‘Lavei minha alma’, diz Policial que prendeu assassino de seu pai, 25 anos após o crime

Filha busca justiça e participou da prisão do assassino do pai 25 anos após o crime. Condenado em 2013, acusado estava foragido desde 2016.

última atualização: 27 de setembro de 2024 15:13
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
'Lavei minha alma', Policial prende assassino de seu pai 25 anos após o crime
Gislayne Silva de Deus participou da operação que prendeu o assassino do próprio pai. Imagem: Divulgação Polícia Civil.
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Após uma busca incansável por justiça, Gislayne Silva de Deus, filha de Givaldo José Vicente de Deus, viu o desfecho de um caso que marcou sua vida e a de sua família. Em uma operação da Polícia Civil de Roraima (PJC-RR), 25 anos após o assassinato de seu pai, o acusado foi finalmente preso. O caso, que abalou a família e deixou Gislayne e suas irmãs órfãs ainda crianças, teve seu encerramento na noite desta quinta-feira (26), quando o autor do crime foi detido.

A prisão do acusado

Policiais da Delegacia Geral de Homicídios de Roraima prenderam Raimundo Alves Gomes, acusado de assassinar Givaldo José Vicente de Deus em 1999. A prisão ocorreu em uma área de chácaras no bairro Nova Cidade, na zona Oeste de Boa Vista. 

Durante a operação, Gislayne, agora escrivã da Polícia Civil, esteve presente e confrontou o homem que havia tirado a vida de seu pai. A prisão foi um marco importante, encerrando uma longa jornada de sofrimento e busca por justiça.

O assassino do pai

O crime que mudou a vida de Gislayne e suas irmãs ocorreu em 16 de fevereiro de 1999. Durante uma discussão por uma dívida de R$ 150, Raimundo Gomes disparou contra Givaldo, matando-o com um tiro à queima-roupa. 

Na época, Gislayne tinha apenas 9 anos e suas irmãs, incluindo uma que tinha apenas 2 anos, ficaram órfãs. Após o disparo, Raimundo chegou a levar Givaldo ao hospital, mas fugiu logo em seguida, iniciando uma vida de fugas que durou décadas.

Raimundo Alves Gomes foi julgado em 2013, 14 anos após o crime, e condenado a 12 anos de prisão. Contudo, ele permaneceu foragido desde 2016, quando foi expedido o primeiro mandado de prisão contra ele. A prescrição do crime, que poderia ocorrer em 2031, foi interrompida pela prisão, garantindo que ele finalmente cumprirá a pena que lhe foi imposta.

A trajetória de Gislayne foi fortemente influenciada pela tragédia familiar. Aos 18 anos, em 2007, ela começou a cursar direito, concluindo sua formação sete anos depois. Embora não planejasse seguir a carreira policial, sua determinação em buscar justiça a levou a prestar concurso público, sendo aprovada na polícia penal de Roraima em 2022.

Durante sua atuação na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo e no Departamento do Sistema Prisional, Gislayne sempre imaginava o dia em que veria o assassino de seu pai preso.

Motivada por seu desejo de justiça, em 2024, Gislayne prestou concurso para a Polícia Civil, assumindo como escrivã na Delegacia Geral de Homicídios, onde acreditava que poderia, finalmente, prender o homem que destruiu sua família.

Com a ajuda de colegas, ela localizou o paradeiro de Raimundo e colaborou ativamente na operação que resultou na prisão do assassino de seu pai.

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