Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Justiça decreta a falência da Oi e mantém apenas serviços essenciais
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 07:28

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Governo Lula > Justiça decreta a falência da Oi e mantém apenas serviços essenciais
Governo Lula

Justiça decreta a falência da Oi e mantém apenas serviços essenciais

Justiça do Rio decreta a falência da Oi e autoriza continuidade temporária dos serviços para evitar colapso nas comunicações.

última atualização: 10 de novembro de 2025 16:32
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Justiça decreta a falência da Oi e mantém apenas serviços essenciais
Compartilhar

A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira (10), a falência da Oi, incluindo as empresas Oi S.A., Portugal Telecom International Finance (PTIF) e Oi Brasil Holdings Coöperatief U.A. A decisão foi assinada pela juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, e encerra o processo de recuperação judicial iniciado anos atrás.

De acordo com o despacho, a magistrada reconheceu a insolvência técnica e patrimonial do grupo, destacando que a companhia já se encontra “tecnicamente falida”. A decisão aponta o descumprimento de obrigações concursais e extraconcursais e o esvaziamento patrimonial da empresa, configurando o que chamou de “liquidação substancial”.

A juíza afirmou ainda que o grupo “não apresenta mais atividade empresarial suficiente para justificar sua manutenção às expensas de credores impagos”, selando o fim de um dos maiores processos de recuperação judicial da história do país.

Continuidade dos serviços após a falência da Oi

Mesmo com a falência da Oi, a decisão judicial determinou a manutenção provisória das operações da Oi Soluções, unidade que presta serviços de conectividade a órgãos públicos e empresas privadas. Essa medida tem como objetivo evitar o colapso de sistemas essenciais de comunicação no Brasil.

Entre os serviços preservados estão as comunicações do CINDACTA, atualmente em transição para a Claro, o funcionamento de telefones públicos, além da conectividade de bancos e ministérios.

Segundo a sentença, a continuidade das operações ocorrerá sob um regime de liquidação ordenada, com uso do caixa operacional mensal da companhia e acompanhamento direto do gestor judicial. Essa estrutura funcionará até a completa transição dos contratos para outras empresas do setor.

Bruno Rezende assume como gestor judicial único

A juíza nomeou o advogado Bruno Galvão Souza Pinto de Rezende, da Preserva Administração Judicial, como administrador e gestor judicial exclusivo da massa falida da companhia. Rezende já atuava na condução das medidas emergenciais que garantiram a operação temporária dos serviços da empresa.

Com a nomeação, foram dispensadas as demais administrações judiciais que haviam atuado na fase anterior do processo, entre elas a K2 Consultoria, Wald Administração de Falências e o Observador Judicial.

Manutenção dos contratos essenciais da Oi Soluções, Serede e Tahto

O despacho também determinou que as empresas Oi Soluções, Serede e Tahto continuem executando contratos classificados como essenciais. O conjunto dessas operações envolve aproximadamente 4,6 mil contratos com órgãos públicos e 10 mil contratos com empresas privadas, responsáveis por serviços de dados, voz, internet das coisas (IoT) e infraestrutura de telecomunicações em todo o território nacional.

De acordo com o relatório do gestor judicial citado na decisão, “a manutenção dos serviços de conectividade em processo de transição pode ser garantida de forma eficiente e integral, em um modelo de continuação provisória das atividades”.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Governo gasta R$ 83,4 mil em passagens para Janja ir à abertura das Olimpíadas de Paris
Governo Lula

Governo gasta R$ 83,4 mil em passagens para Janja ir à abertura das Olimpíadas de Paris

6 de agosto de 2024
TCU abre processos para investigar gastos de dinheiro público no Janjapalooza
Governo Lula

TCU abre processos para investigar gastos de dinheiro público no “Janjapalooza”

20 de novembro de 2024
Brasil gerou 1,27 milhão de empregos formais em 2025, o menor resultado desde 2020
Governo Lula

Brasil cria 1,27 milhão de empregos formais em 2025, menor saldo desde a pandemia

29 de janeiro de 2026
Carga tributária bate recorde histórico em 2024, maior em vinte anos
Governo Lula

Carga tributária bate recorde histórico em 2024, maior em vinte anos

13 de dezembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?