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Leia: Irmãos acusados de matar filha de deputado enfrentam julgamento sob regras rígidas em Nova Mutum
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CuiabáViolência contra a Mulher

Irmãos acusados de matar filha de deputado enfrentam julgamento sob regras rígidas em Nova Mutum

última atualização: 14 de janeiro de 2026 10:04
Jornalista Mauad
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4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O Tribunal do Júri que decidirá o destino dos irmãos Romero e Rodrigo Xavier Mengarde, acusados pelo assassinato da empresária Raquel Maziero Cattani, terá regras rígidas de segurança e acesso. Em decisão recente, a juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski, da 3ª Vara da Comarca de Nova Mutum, proibiu a transmissão em tempo real da sessão, marcada para o dia 22 de janeiro de 2026, às 8h.

A magistrada determinou um controle rigoroso do plenário, que possui capacidade limitada para 60 pessoas. O objetivo das restrições é garantir a ordem dos trabalhos e a imparcialidade do conselho de sentença, evitando manifestações externas que possam influenciar os jurados.

REGRAS DE ACESSO AO PÚBLICO E À IMPRENSA

O acesso ao público e à imprensa será monitorado e limitado a vagas específicas:

-Imprensa: Apenas 10 vagas disponíveis (um representante por veículo). O credenciamento deve ser solicitado até as 14h do dia 20 de janeiro pelo e-mail jornalismo@tjmt.jus.br.

-Família e Próximos: 25 vagas reservadas para familiares da vítima e dos réus.

-Público em Geral: 25 vagas, com inscrições via WhatsApp pelo número (66) 99205-8999, também até as 14h do dia 20 de janeiro.

Dentro do plenário, o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares, notebooks e gravadores, está terminantemente proibido. O trabalho jornalístico será realizado fora da sala de julgamento. Contudo, a assessoria do Tribunal de Justiça (TJ-MT) poderá gravar áudio e vídeo da sessão para disponibilização posterior aos veículos de comunicação.

SEGURANÇA E IMPARCIALIDADE

Para evitar interferências, a juíza proibiu manifestações públicas de autoridades durante o julgamento. A segurança no fórum será reforçada pela Polícia Militar e pela Coordenadoria Militar do TJ.

RELEMBRE O CRIME

O crime que chocou Mato Grosso ocorreu em 18 de julho de 2024, em Nova Mutum. Raquel Cattani, de 26 anos, era uma premiada produtora de queijos artesanais e filha do deputado estadual Gilberto Cattani (PL).

Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime foi motivado pelo inconformismo de Romero Xavier com o fim do casamento. Ele é apontado como o mandante, tendo oferecido R$ 4 mil ao irmão, Rodrigo Xavier, para executar o plano.

A DINÂMICA DO CRIME

Rodrigo entrou clandestinamente na casa de Raquel e aguardou a chegada dela. Ao retornar para casa, Raquel foi atacada com diversos golpes de faca. O laudo pericial apontou “brutalidade incomum” e “meio cruel”. Após o crime, Rodrigo teria furtado pertences da vítima e fugido na motocicleta dela para simular um latrocínio.

Os irmãos foram presos em 25 de julho de 2024 e pronunciados ao júri popular no final daquele ano. Após recursos da defesa, a decisão transitou em julgado em outubro de 2025, confirmando que os réus responderão por homicídio qualificado (feminicídio, motivo torpe, meio cruel, emboscada e promessa de recompensa) e furto qualificado.

O LEGADO DE RAQUEL CATTANI

Raquel Cattani deixou dois filhos e uma carreira de sucesso no setor agroindustrial.

Fundadora da Queijaria Cattani, ela conquistou prêmios internacionais e se tornou uma referência na produção de queijos artesanais, levando o nome de Mato Grosso para o mundo.

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