Donald Trump é conhecido por usar encontros diplomáticos como palcos políticos, não apenas como espaços de negociação.Trump arma o cenário: cria um gesto diplomático inicial, um telefonema, uma reunião técnica, um “elogio de ocasião”, para depois, na reunião presencial, inverter o jogo e expor o interlocutor, reforçando sua imagem de “líder forte”.
Assim, uma reunião presencial seria uma oportunidade perfeita para Trump mostrar autoridade, possivelmente expondo Lula em questões de corrupção, alinhamento com regimes autoritários (Venezuela, Nicarágua) ou dependência econômica da China.
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